O mundo encantado das mamães e seus bebês!

O que a mamãe come pode prejudicar o bebê

by Gisele

Nutrir o bebê fora do útero pode ser bem menos complicado que dentro dele. Mas durante o aleitamento, é recorrente a aflição das mamães em relação ao que comer. Será que o que a mamãe come pode mesmo prejudicar o bebê?

A composição de lipídios, proteínas e carboidratos do leite materno não depende do que a mãe come. Apenas o nível de algumas vitaminas, como as A e B12, por exemplo, podem sofrer alterações decorrente da dieta da mãe.

Embora a qualidade do leite não esteja ligado à dieta materna, a quantidade está. As Nutrizes com deficiência calórico/protéica produzirão leite de boa qualidade, mas em menor quantidade. Para produzir leite em abundância, é preciso continuar com a complementação vitamínica da gestação (ou adequada à gestação e lactação), e seguir algumas orientações básicas.

Para garantir um leite seguro e sadio é importante:

Aumentar o aporte calórico – sendo esta uma regra flexível, pois as mamães que engordaram muito durante a gravidez, ou antes dela, poderão ter a oportunidade de perder estes quilos. Já que as reservas serão utilizadas na produção do leite.

Aumentar o aporte de cálcio em uma porção a mais por dia, até 5 porções.

Reduzir a ingestão de proteínas em uma porção por dia,  até chegar em 3 porções/dia.

Beber ao menos 8 copos de água ou líquido por dia (água, leite, caldos e sucos). Chás e cafés devem ser evitados ou restritos a uma xícara por dia. Acima de 6 xícaras podem deixar o bebê irrequieto.

Uma ampla variedade de substâncias, de medicamentos, condimentos, acidulantes, podem aparecer no leite, com resultados variáveis.

A mamãe pode evitar os alimentos que pareçam ter afetado o bebê.  Muito embora os estudos não comprovem que o que a mãe come provoca cólica no bebê, alimentos como o alho, a cebola, repolho e chocolate são comuns nas queixas maternas. Podem causar gases incômodos em alguns bebês, mas não em todos. Os lactentes com palato sensível podem mostrar desagrado a temperos fortes.

Dentre as muitas substâncias prejudiciais está o tabaco, presente no fumo, pois passam pela corrente sanguínea e chegam ao leite materno. O cuidado neste caso, inclui também o uso de drogas, álcool e fármacos. A mamãe só deve utilizar medicamentos orientada pelo médico.

Não usar laxantes para regular o intestino, alguns podem afetar o bebê.  Aumente o consumo de fibras na alimentação.

Evite o excesso de substância químicas presentes nos alimentos industrializados. Verifique no rótulo a presença destes. Dê preferência aos alimentos naturais como frutas e legumes, se for possível utilize os orgânicos. Evite de modo geral os alimentos preservados em nitritos e nitratos; salsichas, salame, carnes enlatadas, peixes e carnes defumadas. Evite alimentos com corantes, aromatizantes, conservantes e outros alimentos artificias.

Evite a sacarina (adoçante dietético), pois ela passa para o leite e alguns estudos demonstraram a ocorrência de câncer em animais submetidos a alimentos com esta substância. O aspartame, por outro lado parece só passar para o leite em pequenas quantidades e portanto seria seguro. Mas se houver necessidade, utilize adoçantes naturais como os de stévia e sucralose.


Convivência

by Gisele

Oi Pessoal, este post é uma mistura de depoimento, compartilhamento, pesquisa, de minhas leituras sem fim… É um pouco de mim , da minha infância,  da relação com minhas irmãs,  com minha mãe, da relação de minhas irmãs com seus filhos, mas poderia ser de todos os leitores e leitoras do maternoeinfantil…. Enfim, espero que gostem….

Num momento de reflexão eu parei e olhei lá pra trás… Como era minha infância? Minha memória é meio recortada, em flaches, em passagens descontinuadas… Mas em todas as ocasiões de que me recordo bem, está a alegria da convivência com meus pais, meus irmãos, meus avós. Minha família é muito grande e meu avô gostava de fazer festas que reunia todo mundo em casa. Me lembro do almoço de domingo na casa da vovó, dos biscoitinhos feitos de nata da Tia Lúcia, das brincadeiras na rua até tarde… Nesta época podíamos ficar brincando de pular corda ou pique - esconde na rua. Me lembro das broncas da mamãe, porque o papai viajava à trabalho e toda educação ficou à cargo dela.

Volto de lá, de onde estão guardadas as memórias, e vejo as relações de hoje, em que os filhos desde muito pequenos escutam os pais dizerem que não tem tempo pra nada, inclusive pra ele.  As babás com suas roupinhas brancas a cercarem os pequenos, as aulas de balé, de judô, de inglês, de natação. A escolinha de futebol. É compreessível que os pais queiram dar o melhor na educação de seus filhos, por isso passam a preencher todo o tempo deles com o que consideram eficaz na educação destes. Mas cadê o tempo de convívio, os gestos de delicadeza e generosidade, o compartilhamento de afeto e segurança, de ensinamentos, de mostrar o quanto é importante o convívio em família. O que será no futuro das lembranças dos filhos de hoje?

Minha mãe contava da infância dela, das coisas que fazia, tinha muita estripulia da Tia Marlene… E a gente foi aprendendo com as suas experiências e com suas expectativas. Tínhamos limites, às vezes até demais, mas eu sei que também havia muita vontade de acertar. E eu sei que o amor era o ingrediente principal.

Acho que a principal dica deste post é que a infância é uma excelente oportunidade de compartilhar. De Aplicar limites, sim, de explicar o que é certo e o que é errado, de corrigir. Eu li um texto, aliás foi o que me fez refletir e querer escrever este post, em que o autor (Eduardo Shinyashiki) dizia: “A plenitude só virá na hora em que vivermos a abundância de sentimentos… A vida se encarregará de retirar o amor em excesso, porém, o que faltar nem sempre a vida se encarregará de repor.”

 

 


“Viajando na Maionese 2″

by Gisele

Foto: Freepik.com

No último post o blog maternoeinfantil deu dicas pra gestante curtir suas férias. Mas para quem quer levar o filhotinho ou decidiu não viajar, mas quer que o pimpolho curta férias na casa da vovó ou da dinda, segue aqui algumas providências.

Esteja atenta aos documentos necessários para o check-in para os pequenos de 5 a 12 anos:

RG original ou certidão de nascimento original (ou cópia autenticada); Passaporte dentro do prazo de validade (no caso de viagem internacional); Autorização Judicial (retirada em qualquer unidade do Juizado de menores); Formulário de Autorização para embarque de Menor acompanhado.

Menores de 5 anos podem embarcar sem os pais, se acompanhados de um parente ou responsável. Recém-nascidos só podem viajar após uma semana de vida. Não é necessária a autorização judicial, desde que o acompanhante seja maior de 18 anos e seja ascendente até o terceiro grau (irmãos, tios ou avós), o parentesco é comprovado pela documentação (certidão de nascimento do menor e RG do adulto responsável). Se não for parente, o acompanhante deve estar autorizado pelo pai, mãe ou responsável, por escrito e com firma reconhecida.

Se tudo estiver certinho não haverá problemas no embarque e todos poderão viajar tranquilos.

Boas férias!!!

Fonte: Pesquisa realizada por mim em companhias aéreas e juizado pra viajar com meu sobrinho de Minas Gerais para o Rio de janeiro (ônibus) e do Rio para Recife (avião).


“Viajando na maionese”

by Gisele

 

Pra não viajar na maionese e deixar de curtir suas férias por conta da gestação, o blog maternoeinfantil dá as dicas para mamãe poder viajar e curtir as férias antes da chegada do bebê.

A grande maioria fica insegura na hora de programar uma viagem durante a gestação. Como em variadas situações, dependendo da idade gestacional há maiores ou menores riscos pra mamãe e para o bebê.

No primeiro trimestre da gestação, mesmo para gravidez de baixo risco, uma viagem longa não é boa idéia,  nesse período os riscos de aborto são maiores, pois o organismo ainda está se adaptando às novas condições físicas e emocionais da gestante.

Durante o segundo trimestre a viagem é bastante segura, além de ser uma excelente oportunidade para mamãe e papai namorarem um pouquinho antes de se verem à voltas com fraldas, mamadeiras, choro e muito dengo do filhote.

Já no terceiro trimestre as viagens longas também são desencorajadas pois haverá sempre a chance do início do trabalho de parto e não é legal a mamãe estar longe de seu obstetra e sua maternidade de escolha.

Durante qualquer fase, não é recomendado as viagens para grandes altitudes e que a gestante fique sentada por mais de 2 horas consecutivas. Também não é recomendado a viagem para regiões onde haverá necessidade de vacinas ou houver risco potencial de infestação por alguma doença como a malária, a dengue e a febre amarela.

Também independente da fase, haverá sempre a necessidade de uma liberação médica, pois alguns problemas como hipertensão e diabetes na gestação podem ser impeditivos.

Com a liberação do “Dr. Obstetra” em mãos, alguns cuidados extras podem tornar a viagem mais relaxante e tranquila, como seguir sua dieta idel, hidratar-se bem com água mineral e sucos de frutas, evitar as mudanças de horário, respeitar a vontade de ir ao banheiro e ter em mãos telefones úteis como de algum médico local. Para lugares mais quentes, roupa leve e confortável e para proteção da pele filtro solar.

Tudo pronto? Pé na estrada. Relaxe e Aproveite!!!


Alimentação do bebê.

by Gisele

O leite materno é sempre a melhor escolha para alimentar seu bebê. Mas a amamentação ao seio nem sempre é possível, existem alguns fatores que podem impedir à mãe de alimentar seu bebê ao seio, entre estes fatores está o uso alguns medicamentos no pós-parto, se a mãe é portadora de certas doenças infectocontagiosas ou outros.

Se o aleitamento materno se tornar impossível e a mãe precisar optar por dar mamadeira para seu bebê, alguns cuidados devem ser tomados, certifique-se antes com o pediatra se esta é a única opção antes de se aventurar com a primeira mamadeira.

O segundo passo é sempre usar alimentos adequados à fase de desenvolvimento do seu bebê, pois o maturação do sistema digestivo do bebê acontece gradativamente e nos primeiros meses o bebê ainda não possui algumas enzimas digestivas, por isso o risco de alergia é alto. Somente depois do primeiro ano é que alguns especialistas recomendam, por exemplo, a introdução do leite de vaca.

Para atingir sempre as necessidades do seu bebê esteja atenta também às quantidades oferecidas, bem como à higiene no preparo e siga sempre as recomendações do pediatra ou nutricionista.

Como preparar ?

Siga sempre as instruções. Em caso de alimentos industrializados, não adicione mais pó ou líquido do que indicado para diluição. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa.

Preparar uma porção de cada vez é o mais indicado para preservar as características dos alimentos. Mas se você precisar fazer maior quantidade da preparação siga as instruções impressas nas embalagens quanto ao modo de preparo e armazenamento. Mantenha o preparado sempre na geladeira e não utilize se ultrapassar 24 horas. Lembre-se sempre de utilizar água fervida ou filtrada na diluição e não esquente a preparação diretamente na mamadeira, a menos que ela seja de vidro.

Pergunte ao pediatra ou ao nutricionista o número de refeições adequado para idade e peso do seu bebê.

É muito importante lembrar que o aleitamento exclusivo até os 6meses protege o bebê contra diversas doenças e a introdução de fórmulas ou outros alimentos, mesmo como complemento ao seio deve ser desencorajada. Após este período os alimentos podem ser introduzidos gradativamente. Inicie com papinhas de frutas e legumes e não se esqueça do cuidado com a higiene também na preparação destes.


Antes que eles cresçam…

by Gisele

Pais…filhos…netos

(Affonso Romano de Sant’Anna)

 

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios
filhos.

É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros
estabanados.

Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de maneira igual, crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não
pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversários com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança esta crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!  Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incomodas mochilas da moda nos ombros.

Ali estamos nós com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.  Saíram do banco de trás e passaram para os volantes de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais a cama deles ao anoitecer para ouvirmos suas almas respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes “hambúrgueres” e “cocas”, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas”pestes”.

Chega um momento que nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em
busca de felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não podem morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.


Sambebe

by Gisele


Diabetes na Criança e Adolescência

by Gisele

Bem pessoal, conforme prometido este post será dedicado às mães aflitas porque descobrem que os filhos têm diabetes.

Como fazer com as festinhas?

Bem, é importante para as crianças participarem de eventos sociais, ainda mais porque ao excluir os filhos destes eventos os pais contribuem por discriminá-los, pois é importante emocionalmente que as crianças não se sintam “doentes”. A atenção aqui está na frequência, pois nenhuma criança (diabética ou não) devem participar de festinhas todos os dias.

Se seu filho foi convidado para uma festinha é sugestivo que você substitua os doces comuns por dietéticos. Converse com o médico para saber se com a substituição,  ainda será necessário a mudança no esquema das insulinas naquele dia.

É importante que a criança saiba sobre as restrições alimentares. Recomendar a moderação quanto à ingestão de doces não é estigmatizar a criança, isso faz parte da educação do paciente diabético e essa moderação é benéfica também à crianças que não são Diabéticas, ainda mais se for o caso de uma criança com sobrepeso ou obesa.

Também é importante para a mãe lembrar que as crianças gostam e se satisfazem mais com o convívio com os amiguinhos do que propriamente com as guloseimas servidas, muitos não ligam para ela e passam a festa brincando sem se lembrar do que está sendo servido. Nesse caso alimentar a criança antes de sair de casa pode ser uma boa sugestão, sem fome eles tendem a não se atentar para as tais guloseimas.


A mãe diabética

by Gisele

Pessoal, dia 15 de novembro é dia mundial do diabetes e diversas campanhas são realizadas para concientização da população sobre os riscos da doença, campanhas de prevenção e também  sobre o bom controle da alimentação e manutenção dos níveis de glicose (açúcar) dentro dos limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

O Blog maternoeinfantil apoia todas as companhas. Por isso este post é dedicado às mães diabéticas.

Temos 2 tipos de mães diabéticas: As que possuem a doença e engravidam e as que desenvolvem o diabetes na gestação (diabetes gestacional). Ambas terão um bebê filho de mãe diabética , mas as condições que envolvem as duas gestações serão diversas.

A gestante  que apresenta o diabetes devido ao efeito diabetogênico da gravidez não apresenta os mesmos riscos que decorrem de um Diabetes Mal controlado, originado antes da gestação. Apesar disso o controle pré-natal se faz muito importante, assim como a boa alimentação, para que a gestante mantenha seus níveis matabólicos controlados e para que o bebê não sofra nenhum risco.

Para as pacientes diabéticas que serão futuras mamães é imprescindível o bom controle da doença pois alguns aspectos podem ser agravados durante a gestação, como por exemplo sobre os vasos sanguíneos. Se a paciente já apresenta alguma alteração diabética nesses vasos, o problema pode se tornar mais importante.

Independente do tipo de mãe diabética você, ou pode vir a ser futuramente. cuide sempre de sua alimentação, faça atividades físicas orientadas e regulares e não deixe de fazer seu pré-natal.

No próximo post vou falar de crianças diabéticas. Como fazer com as festinhas? Aguardem!!!


Alimentação na Escola

by Gisele

 

A alimentação na escola ou “merenda” como costumávamos chamar na minha infância deve representar aproximadamente 15% da ingestão diária da criança ou adolecente. 

Levando em consideração que a criança ocupa mais ou menos 1/3 de sua vida na escola, cerca de 200 dias/ano, a escola passa a desempenhar importante papel não só no acesso das crianças aos alimentos, como na formação dos hábitos alimentares e no desenvolvimento da criança. Nesse aspecto a escola deve oferecer uma alimentação equilibrada e orientar seus alunos em relação à prática de alimentação saudável. Criança que se alimenta bem, tem melhor desenvolvimento escolar.

As crianças, na maioria das vezes fazem apenas 3 refeições diárias, café da manhã, almoço  e  jantar, sendo a primeira e a última facilmente esquecidas ou substituídas por alimentos de menor valor nutritivo. Assim o lanche escolar pode ser uma boa opção para fornecer à criança alimentos de melhor valor nutricional.

Se a criança leva de casa, vai aqui uma dica do que colocar na lancheira:

A merenda deve ser composta por um alimento energético/proteico, uma sobremesa e uma bebida.

Sugestões: 2 bisnaguinhas com requeijão, uma maçã e um suco de fruta ou 6 biscoitos de Leite (sem recheio), uma banana e um suco de fruta ou 1 sanduichinho de pão de forma sem casca com presunto e queijo, 1 pera e um suco de fruta.

Verifique o que a escola oferece. O PNAE – Programa Nacional de alimentação escolar recomenda que a escola ofereça no mínimo 15 % das recomendações nutricionais diárias da criança (considerando 4 horas/dia na escola) e que contribua para adoção de hábitos alimentares saudáveis.