O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Brincadeira de Criança

by Gisele

Elisa é a filha da minha amiga Mari. Tem 2 aninhos e é uma coisa, de linda, inteligente e claro, levadíssima.

Mas uma das brincadeiras que Elisa mais gosta é de brincar de Dra. Daniela (nome de sua médica pediatra).

Elisa pega uma folha de papel e uma caneta e inicia a consulta perguntando: “Dormiu direito?” E rabisca o papel como se estivesse anotando as respostas. Muito inteligente continua perguntando sem parar:  “Tá tudo bem?”, e vai misturando perguntas de acordo com sua imaginação: “Tá de sapato?”, “Seu sapato é novo?”, Você foi ao cinema?”. E segue ela rabiscando seu papel… Consulta a mãe, o pai e todos que quiserem entrar na brincadeira. Detalhe, se combina qualquer coisa, no final fala graciosamente, “Tá combinado?”

Ai gente, eu tô assim. Apaixonada por Elisa!!!!


Criança que não come.

by Gisele

Às vezes os filhos comem apenas um pouco. Isto pode causar grande preocupação nas mães que insistem que seu filho coma, mesmo que não tenha fome. O que acontece é que o apetite de um bebê se relaciona com suas necessidades energéticas. Quando fazem muita atividade, as crianças comem mais. Se ao contrário, gastam menos energia, não têm fome.

Os especialistas afirmam que as variações de apetite são normais desde que a criança se mantenha ativa e cresça normalmente. Além disso, se a criança comer alguma coisa fora de hora como um biscoito ou um chocolate, é provável que na hora de almoçar não tenha apetite.

Nos primeiros seis meses de vida, o bebê tem desenvolvimento acelerado, inclusive das células do tecido adiposo,  e essa memória ficará em suas células, daí a afirmação de que um bebê obeso tem mais chances de se tornar um adulto obeso. Por conta deste crescimento acelerado há também uma demanda de alimento muito importante. Esta demanda começa a diminuir à partir dos seis meses.

Entre um ano, aos 15 meses e aos três anos, eles atravessam uma etapa de inapetência fisiológica, que é funcional, e de alguma forma deve ser respeitada.

O momento dos hábitos alimentares

Na etapa de inapetência fisiológica se consolidam os hábitos alimentares. E é  neste momento que as mães se apavoram  porque seus filhos “não comem”. O que acontece é que as mães estão habituadas a que seus filhos comiam toda a quantidade que lhes era oferecida naquela fase de desenvolvimento acelerado.

A partir de um ano e meio, começa um período de socialização, de incorporação de hábitos alimentares, mas também de seleção. Pode acontecer de uma criança gostar muito de um alimento e logo o abandonar.

A partir dos 5 ou 6 anos, o pré-escolar volta a formar uma maior quantidade  tecido gorduroso e a ter o crescimento mais acelerado. Como conseqüência, a demanda de energia é maior.

Os nutricionistas e pediatras destacam a importância de consolidar corretos hábitos alimentares. A consulta com o pediatra por inapetência costuma coincidir com o fato de que a mãe, com a ansiedade de que o que a criança se alimente, a persiga com a comida ou ofereça substitutos que não são importantes do ponto de vista nutritivo, como guloseimas, salgadinhos ou bebidas com aditivos e açúcar. Desta maneira sua conduta alimentar se altera. A criança sabe que se não comer, obterá o que quer.

Às vezes, a inapetência fisiológica ou normal, se estabelece por circunstância do contexto familiar, mas também, a inapetência pode ser secundária a uma patologia aguda.

São freqüentes as consultas relacionadas a falta de apetite quando a criança padece de um transtorno respiratório ou gastrointestinal. Tanto as crianças como os adultos, ficam inapetentes quando doentes, e isto é normal.

Alimentos e afetos

A relação da família com a criança através da comida tem uma grande importância, mas deve-se tentar que esta não se torne super dimensionada, para que a necessidade de agradar ao filho e de cuidá-lo não se estabeleça somente através da comida.

Quando a inapetência se estabelece, deve-se verificar o aumento de peso e a estatura da criança. Os médicos dispõem de tabelas de referência, segundo o sexo. Com estas informações vão avaliando o paciente. Se a criança está fora da curva de crescimento adequada, sem uma causa aparente, os especialistas avaliarão se esta inapetência é relevante em relacão à uma doença ou patologia.

O importante, segundo especialistas, é ver em que contexto está inserida a inapetência, porque as vezes está relacionada com a história familiar. Não se pode analisar somente o componente orgânico, do ponto de vista dos nutrientes que são incorporados, mas também investigar o lado familiar. Há crianças que por falta de afeto, não se alimentam.

Podem também haver outros motivos, como por exemplo, a competição com os irmãos. A inapetência surge sempre dentro de um contexto; com quem a criança se alimenta, se quando chega da escola encontra uma comida rápida preparada, ou se trata-se de uma criança que nunca realiza as refeições com a mãe e seus irmãos. Todos estes são fatores que devem ser considerados quando se está frente a uma criança inapetente.

Fonte:  Artigo escrito pela doutora Liliana Trifone, médica nutricionista do Hospital Infantil Ricardo Gutiérrez.


O Começo…

by Gisele

Gente, vou me redimir aqui sobre o post que falei sobre as datas comemorativas de outubro… Faltou o começo de tudo: O professor.

O dia do professor foi comemorado em 15 de outubro. Não poderia nunca ter deixado de homenageá-los. Parabéns à todos os professores, daqueles que formaram nossa base lá na infância àqueles que nos formaram profissionais agora adultos.

Então, vendo um vídeo postado por minha irmã, que é professora, em seu orkut, me dei conta da importância deles na infância, na formação e no desenvolvimento de quem somos.


Fertilização

by Gisele

Oi gente! Há muito eu queria escrever um post sobre esse assunto. São muitas as dúvidas, de várias mulheres sobre poder ou não engravidar ou gerar um filho.

Como estamos assistindo diariamente nas novelas “A vida da Gente” e “Fina Estampa”, existem modernas técnicas de reprodução ou concepção assistida, para ajudar às mulheres na concretização do sonho de ser mãe.  Mas o que tem sido mostrado é “coisa de novela”, então resolvi pesquisar para este post sobre as técnicas disponíveis.

Bem, pra começar, entenda as condições necessárias para uma fertilização fisiológica.

O Homem precisa apresentar uma produção de espermatozóides, em um número adequado, normais e com boa movimentação para que estes possam alcançar a parte final das trompas, onde irão encontar o óvulo.

A Mulher precisa ter o muco cervical produzido no colo do útero favorável à sobrevivência dos espermatozóides. O sistema genital feminino deve permitir a ascenção dos espermatozóides até às trompas e essas devem ser capazes de captar o óvulo que foi liberado na ovulação. A produção do óvulo maduro depende do bom funcionamento hormonal dos ovários da hipófise.

A ruptura do folículo ovariano que contém o óvulo maduro: Uma boa ovulação.

E presença de cavidade uterina com anatomia normal e endométrio com capacidade de receber o embrião e permitir que este se desenvolva.

A infertilidade ocorre quando uma ou mais dessas condições não acontecem e a técnica é escolhida em função do tipo de infertilidade.

Indução da Ovulação com o coito programado: A ovulação é estimulada para se obter 1 a 4 óvulos que serão fertilizados nas trompas através de relações sexuais programadas. É indicada nos casos de distúrbios hormonais, como síndrome dos ovários policísticos ou quando a homem apresenta uma disfunção leve na produção dos espermatozóides.

Inseminação Intra Uterina ou “Inseminação artificial”: Durante o período mais fértil da mulher, é realizada uma coleta de sêmen e este é preparado ou capacitado. Os melhores espermatozóides são colocados dentro do útero utilizando-se um cateter especial. A Fertilização neste caso ocorre “In vivo”, dentro das trompas.

Fertilização In Vitro (FIV) ou Bebê de Proveta: Esta técnica reproduz em laboratório as condições necessárias para que ocorra a fecundação. A ovulação é estimulada com hormônios para obtenção dos óvulos que serão aspirados dos folículos ovarianos através da vagina. Os espermatozóides e os óvulos são colocados em meio de cultura e temperatura específicos. Após este período os embriões formados, são transferidos para a cavidade uterina durante um exame ginecológico normal. A FIV está indicada nos casos de alterações das trompas, endometriose, infertilidade sem causa aparente, alterações masculinas, entre outras.

Fertilização Por injeção Intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI): Através da ICSI, é possível coletar um único espermatozóide e colocá-lo diretamente dentro do óvulo. Desta forma, homens com alterações graves do semên ou submetidos à vasectomia que já tentaram ou não desejam a reversão cirúrgica podem se beneficiar desta técnica. A ICSI também está indicada quando houve falha de fertilização em tentativas anteriores de fertilização in vitro (FIV).

A taxa de gravidez inicial tanto com ICSI como na FIV varia de 25 a 35% dependendo da idade da paciente. Fatores como idade da mulher e a qualidade dos óvulos obtidos podem aumentar as chances de sucesso. O acompanhamento das crianças nascidas através desta técnica tem mostrado que não há um aumento nas taxas de mal formações ou alterações congênitas.

Fonte: Material Informativo da Clínica Pró-Criar.


Exames e Mais Exames…

by Gisele

VoCê sabe pra que servem todos os exames solicitados no pré-natal?

São muitos, sendo os principais e mais comuns o hemograma, o de glicemia, o de urina e os que previnem doenças sexualmente transmissíveis como AIDS e Sífilis. Também são importantes os exames para rubéola e tétano. Esses exames detectam problemas que atingem inicialmente a mãe, mas podem provoccar problemas fetais.

Outros exames também muito recomendados e muito importantes para a saúde do bebê é o exame de translucência nucal e o morfológico fetal.

Se você não sabe pra que serve o exame solicitado, converse com o médico. É importante para a saúde da mamãe e do bebê que todos os exames sejam realizados.


Azia na gravidez

by Gisele

Com a evolução da gravidez e com o aumento do abdomen por conta do crescimento do bebê é comum crescer também as queixas de Azia.

A Azia ocorre porque com esse aumento o estômago e o intestino são pressionados e a digestão dos alimentos fica mais lenta. Além disso, os níveis altos de progesterona provocam o relaxamento dos órgãos, esse relaxamento acomete também válvula que regula a passagem dos alimentos do esôfago para o estômago, facilitando o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago e consequentemente, aparece a Azia, comum no segundo trimestre da gravidêz.

Para melhorar esse sintoma, evite se deitar logo após a ingestão dos alimentos. Não tome líquidos juntamente com as refeições, dê um tempinho de 30 minutos.

Biscoitos água e sal ou torradas podem ser aliados nesse momento, pois são de fácil digestão e são mais secos. Refeições menores, mais sólidas e mais frequentes também são indicadas. Mantenha uma alimentação saudável e sempre tire suas dúvidas no pré-natal.