O mundo encantado das mamães e seus bebês!

DICAS PARA INCENTIVAR A CRIANÇA A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

by Gisele

DICAS PARA INCENTIVAR A CRIANÇA A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDAVEL

  1. Incentivo a mastigação dos Alimentos, Comer Devagar parágrafo facilitar a Digestão e saborear OS Alimentos;
  2. Procure Fazer com Que a Criança perceber como Refeições los Lugar tranquilo, evitando Outro Tipo de Atividade enquanto se Alimenta, Como POR Exemplo, Assistir TV;
  3. Ofereça 6 a 8 Refeições Diarias, evitando Longos periodos de jejum (NAO SE DEVE Ficar Mais Que 3 Horas SEM se Alimentar);
  4. Ofereça Mais preparações assadas, grelhadas, ensopadas;
  5. . Os Alimentos Ricos los Açúcar Reduzidos devem servi Substitua OS Doces POR FRUTAS E os Refrigerantes POR sucos de frutas;
  6. Dar preferencia Ao Produtos Naturais evitando Industrializados, geralmente Os Industrializados Contém Grandes quantidades de Gordura, Açúcar, Aditivos e sal (habitue-se a LER OS Rótulos);
  7. Utilize condimentos Naturais parágrafo temperar a Alimentação ofertada Como: orégano, limão, alho, cebola, salsa, cebolinha, evitando, ASSIM, o Consumo de Molhos ricos los Gorduras EO Excesso de sal;
  8. Incentivo a Ingestão de frutas, verduras e legumes e aproveite Sempre Que Possível como cascas e bagaços. Como Fibras contidas nestes Alimentos ajudam o Organismo não Controle da glicose, colesterol, hipertensão e não funcionamento do intestino.

 

Mais DICAS e Informações. Parágrafo E de atendimento individualizado, Consulte hum de nossos nutricionistas.

Aprender Nutrir: 021-41080204 – Ligue e Agende SUA consulta!


 

 


Doar o Leite Materno é Possível.

by Gisele

O Blog Materno e Infantil apoia esse ato de amor!!!


Nutrição Personalizada

by Gisele


Dicas de inserção dos alimentos na dieta da Criança

by Gisele


Fase de transição Alimentar

by Gisele

A partir do sexto mês de vida, as  mamães  já podem introduzir novos alimentos à refeição dos bebês.

A recomendação é que esta indrodução seja lenta, gradual e variada. Sugerimos a inclusão das frutas, hortaliças e da carne no cardápio.

Lembrando que o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês contribui para um bom hábito alimentar do pequeno e para prevenção á doenças como algumas alergias e intolerância a determinados nutrientes ou alimentos.


Pura verdade!

by Gisele


De Volta!!!

by Gisele

Obaaa!!!

O Blog Materno e Infantil está de volta!


Dia Internacional da Mulher

by Gisele

Olá Maternas Bom dia! Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher!!!

Vou postar aqui, em comemoração a este dia, um texto muito legal, extraído do Jornal O Globo. É um texto da colunista Martha Medeiros. Parabéns a ela também, pelo dia e pela crônica que transcrevo…

“Sociedade de Mulheres Viris”

“Existem pessoas frágeis, mas sexo frágil, esqueça. As Mulheres nunca esstiveram tão fortes, decididas, abusadas até. O que é saudável: Quem não busca corajosamente sua independência acaba sobrando e vivendo de queixas. Uma sociedade de homens e mulheres que prezam sua liberdade e atingem seus objetivos é um lugar mais saudável para se viver. Realização provoca alegria.

O que não impede que prestemos atenção no que essa metamoforse pode ser prejudicial. As mulheres se masculinizaram, é fato. Não por fora, mas por dentro. As qualidades que lhes são atribuídas hoje, e as decorrentes conquistas dessa nova maneira de estar no mundo, eram atributos considerados apenas nos homens. Agora ninguém mais tem monopólio de atributo algum: Nem eles de seu perfil batalhador, nem nós da nossa afetividade. Geração Bivolt. Homens e Mulheres funcionando em dupla voltagem, com todos os atributos em comum. Mas seguimos, sim, precisando uns dos outros – Como nunca.

Não são poucas as mulheres potentes que parecem conseguir tocar o barco sozinhas, sem alguém que as ajude com os remos. Mas é só impressão. Talvez não precisemos de quem reme conosco, mas há em todas nós uma necessidade ancestral de confirmar a fêmea que invariavelmente somos. E isso se dá através da maternidade, do amor e do sexo. Se não for possível ter tudo (ou não quiser), ao menos alguma dessas práticas é preciso exercer na vida íntima, caso contrário, viraremos uns tratores. Muito competentes, mas com a identidade incompleta.

Nossa virilização é interessante em muitos pontos, mas se tornará brutal se chegarmos ao exagero de declarar guerra aos nossos instintos. O.K., ser mãe não é obrigatório, ter um grande amor é sorte, e muitas fazem sexo apenas para disfarçar o desespero da solidão, mas seja qual for o contexto em que nos encontramos, é importante seguir buscando algo que nos conecte com o que nos restou de terno, aquela doçura que cada mulher sabe que ainda traz em si e que deve preservar, porque não se trata de uma fragilidade paralisante, e sim de uma característica intrínseca ao gênero, a parte de nós que se reconhece vulnerável e que não precisa se envergonhar disso. Se é igualdade que a gente quer, extra, extra: Homens também são vulneráveis.

“Cuida bem de mim”, dizia o refrão de uma antiga música de Dalto, e que Nando Reis regravou recentemente. Cafona? Ora, se a gente não se desfizer da nossa prepotência e não se permitir um tantinho de insegurança e delicadeza, a construção dessa “nova mulher” terá se desviado para uma caricatura. A intenção não era a gente se transformar no esteriótipo de um homem, era?

Cuide-se bem, e permita que os outros lhe cuidem também. Viva o dia internacional dessa porção mulher que anda resguardada demais, mas que não deveria ficar assim tão econdida: Não nos desmerece em nada.”


O Consumismo na Infância

by Gisele

Quem nunca escutou de um filho ou um sobrinho aquele “compra pra mim” cheio de graça heim?!

É minha gente, mas o assunto é sério, e já existem instituições que estabelecem programas de educação financeira para jovens.

E esse tipo de programa é tão urgente que o governo federal formulou em 2011 o decreto 7.397  que institui a Estratégia Nacional de Educação financeira (ENEF). A estratégia do governo visa a educação e cerca de 900 escolas públicas passaram a ingressar um projeto piloto que ensina a administrar o dinheiro de maneira inteligente.

O problema é que do outro lado da questão estão os fabricantes de produtos infantis. Dados apresentados por Lais Fontenelle Pereira, do Instituto Alana, expuseram o quanto o setor investe em acelerar e incentivar o consumo entre crianças cada vez mais jovens.

“A TV infantil tem um anúncio a cada 2 minutos e a criança brasileira passa, em média, 5 horas na frente do aparelho. Já na sala de aula, efetivamente, elas passam 3 horas e 15 minutos”. Hoje em dia, é comum ouvir de crianças de menos de 5 anos frases como: “compra mãe!”, “Se não tiver dinheiro, pega no banco!”, “paga com cartão!”.

Eu mesma ouvi do meu sobrinho certa vez que eu tinha um negócio que colocava na máquina do banco, aí fazia TEC, TEC, TEC e saía o dinheiro. Eu ri muito…

Mas apesar de soar engraçadinho, é um alerta para que os pais observem como é a relação dos filhos com o dinheiro, dizem os especialistas.

Educar financeiramente essas crinaças é um desafio para pais e mestres, pois os adversários são fortes. “Bastam 30 segundos para uma marca de alimentos influenciar uma criança. E mais: 70% das crianças de 3 anos reconhecem o símbolo do McDonald’s, mas apenas metade sabe seu sobrenome”, diz Fontenelle.

E ainda, 65% das meninas exploradas sexualmente usam dinheiro para bens de consumo, sendo o celular o ítem mais cobiçado. Sobre o aparelho, cerca de 60% das crianças ou jovens possuem telefone próprio, 25% das de 9 anos já possuem aparelho e 81% de todas elas utilizam o celular três ou mais vezes por semana.

Alguns dados são de assustar! Em 2008 , o segmento de moda infantil no Brasil fatrou 4,5 bilhões de dólares, fatia equivalente a 15% do total do mercado têxtil no país. Paralelamente, o mercado de cosméticos para crianças cresce três vezes mais no Brasil que nos estados unidos.

As conclusões da pesquisa do Instituto Alana são que a publicidade dirigida à criança causa consumismo, obesidade e distúrbios alimentares, além de erotização, estresse familiar, diminuição de brincadeiras criativas, violência pela busca de produtos caros e consumo precoce de álcool e tabaco.

É um assunto a se pensar não acham?!!!

( As informações e alguns trechos do post foram retirados da revista Carta Capital, ano XVII, de 25 de janeiro de 2012)


Amor

by Gisele

O blog maternoeinfantil hoje vai falar de amor. Não resisti em publicar esse texto, os créditos vão para o autor Arthur da Távola, espero não estar cometendo nenhuma injustiça.

O amor…

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.

Tudo o que todos querem é amar.

Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado.

Tem algum médico aí??

Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor.
Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.

É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.

Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

Casaram.
Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência.

Amor, só, não basta.

Não pode haver competição . Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.

Amar, só, é pouco.

Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.

Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.

E que amar, ‘solamente’, não basta.

Entre homens e mulheres que ac ham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande mas não é dois.

É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom Amor aos que já têm!

Um bom encontro aos que procuram!

E felicidades a todos nós!