O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

by Gisele

Você sabe o que é TDAH?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é também conhecido como TDAH. Segundo pesquisadores, o TDAH é resultado de uma desordem química no cérebro. Os neurotransmissores, substâncias que fazem a comunicação entre um neurônio e outro, não absorvem as informações de maneira adequada, isso baixa a atividade da parte frontal do cérebro. A pessoa nasce com o trastorno, não é um problema que possa ser  adquirido.

Entre os sintomas do TDAH estão: A falta de atenção, a dificuldade de concentração em tarefas do dia a dia, a impulsividade, a desorganização, o esquecimento, a inquietude, a indecisão, a baixa auto estima, a insegurança e a atividade mental acelerada.

O transtorno atinge cerca de 4% da população mundial.

Segundo psiquiatras, qualquer um de nós pode apresentar algumas das caracterísiticas (sintomas) do TDAH, o que diferencia o transtorno é a associação das características, a intensidade e a frequência que acometem o paciente e se estas características comprometem suas atividades rotineiras.

Para tratar o TDAH o mais imortante é ter um bom diagnóstico, feito por neurologistas e psiquiatras.

Fonte: www.tdah.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Receita de Ano Novo

by Gisele

Oi gente, estive um pouco sumida em razão das festas de Natal, mas como o último post foi uma receitinha básica para um Feliz Natal, vou postar agora uma receitinha básica de Ano Novo. Vou usar aqui ingredientes muito especiais, pois esta receita foi elaborada por uma mulher muito especial, que viveu intensamente e é exemplo de Vida, a Madre Tereza de Calcutá.

Ela diz assim:

“Dê sempre o melhor… E o melhor virá.

Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas…. Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil, as pessoas podem lhe acusar de egoísta e interesseiro… Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros… Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo… Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra… Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja… Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã… Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante… Dê o melhor assim mesmo.

E veja você, que no final das contas, é entre você e DEUS… Nunca será entre você e eles!”

Essas são as palavras de uma Santa Mulher!!! E é a nossa receitinha, aqui do blog maternoeinfantil, pra um ano novo com mais amor e paz no coração!!!!

Texto: Pe. Darci Nicioli, C.Ss.R.  Foto: Freepik


Melhores amigas para sempre!!!

by Gisele

Sabe aquela etapa da vida das meninas em que elas não se desgrudam e fazem o verdadeiro clube da Luluzinha?

É uma etapa obrigatória na vida de todas nós. Mas agora esse sentimento próprio, particular, que costuma aparecer lá por volta dos 8 anos de idade tem um nome, ou melhor uma sigla. Se liga aí mamãe, você já ouviu falar em BFF? Assim como o s2, costuma aparecer nos posts das redes sociais e e-mails das meninas. Não se assuste achando que é algo proibido ou que ofereça algum perigo.

Se ainda não conhece, o blog maternoeinfantil explica pra que você fique antenada com a situação. BFF é uma sigla que vem do inglês “best friends forever”, no português quer dizer ” Melhores amigas para sempre”.

Nesta fase é comum o grude entre as amigas, a troca de confidências, de elogios… Tudo é super, é perfeito, é cheio de te amo e para sempre pra lá e pra cá… Meninos nesta mesma idade, costumam ser deixados de lado por não compartilharem do mesmo sentimento…

Que fase boa minha gente!!! Me lembrei agora das minhas BFF’s…


O que levar para a maternidade?

by Gisele

Nesta hora é provável que a mamãe esteja bastante ansiosa e não consiga pensar no que levar pra maternidade. Por isso procure deixar uma malinha pronta e em local sabido pelo papai ou acompanhante escolhido, assim é só pegar na hora H.

Para a mamãe é necessário levar camisolas (3 unidades), calcinhas (3 unidades), cinta pós-parto (1 unidade), sutiã de amamentação (1 unidade) e os objetos de uso pessoal como escova de dentes, escova de cabelo, maquiagem, lembre-se que tudo será novidade para o bebê e objetos com cheiros e gostos fortes não devem ser adotados.

Para o bebê será necessário levar: Mantas ( 2 peças), cueiros (6 peças) roupinhas (6 mudas completas), fraldas (1 pacote tamanho P) e luvas descartáveis (3 pares).

Lembre-se de antes de separar e guardar as roupinhas, lavá-las com sabão neutro e passá-las.


Convivência

by Gisele

Oi Pessoal, este post é uma mistura de depoimento, compartilhamento, pesquisa, de minhas leituras sem fim… É um pouco de mim , da minha infância,  da relação com minhas irmãs,  com minha mãe, da relação de minhas irmãs com seus filhos, mas poderia ser de todos os leitores e leitoras do maternoeinfantil…. Enfim, espero que gostem….

Num momento de reflexão eu parei e olhei lá pra trás… Como era minha infância? Minha memória é meio recortada, em flaches, em passagens descontinuadas… Mas em todas as ocasiões de que me recordo bem, está a alegria da convivência com meus pais, meus irmãos, meus avós. Minha família é muito grande e meu avô gostava de fazer festas que reunia todo mundo em casa. Me lembro do almoço de domingo na casa da vovó, dos biscoitinhos feitos de nata da Tia Lúcia, das brincadeiras na rua até tarde… Nesta época podíamos ficar brincando de pular corda ou pique - esconde na rua. Me lembro das broncas da mamãe, porque o papai viajava à trabalho e toda educação ficou à cargo dela.

Volto de lá, de onde estão guardadas as memórias, e vejo as relações de hoje, em que os filhos desde muito pequenos escutam os pais dizerem que não tem tempo pra nada, inclusive pra ele.  As babás com suas roupinhas brancas a cercarem os pequenos, as aulas de balé, de judô, de inglês, de natação. A escolinha de futebol. É compreessível que os pais queiram dar o melhor na educação de seus filhos, por isso passam a preencher todo o tempo deles com o que consideram eficaz na educação destes. Mas cadê o tempo de convívio, os gestos de delicadeza e generosidade, o compartilhamento de afeto e segurança, de ensinamentos, de mostrar o quanto é importante o convívio em família. O que será no futuro das lembranças dos filhos de hoje?

Minha mãe contava da infância dela, das coisas que fazia, tinha muita estripulia da Tia Marlene… E a gente foi aprendendo com as suas experiências e com suas expectativas. Tínhamos limites, às vezes até demais, mas eu sei que também havia muita vontade de acertar. E eu sei que o amor era o ingrediente principal.

Acho que a principal dica deste post é que a infância é uma excelente oportunidade de compartilhar. De Aplicar limites, sim, de explicar o que é certo e o que é errado, de corrigir. Eu li um texto, aliás foi o que me fez refletir e querer escrever este post, em que o autor (Eduardo Shinyashiki) dizia: “A plenitude só virá na hora em que vivermos a abundância de sentimentos… A vida se encarregará de retirar o amor em excesso, porém, o que faltar nem sempre a vida se encarregará de repor.”

 

 


“Viajando na Maionese 2″

by Gisele

Foto: Freepik.com

No último post o blog maternoeinfantil deu dicas pra gestante curtir suas férias. Mas para quem quer levar o filhotinho ou decidiu não viajar, mas quer que o pimpolho curta férias na casa da vovó ou da dinda, segue aqui algumas providências.

Esteja atenta aos documentos necessários para o check-in para os pequenos de 5 a 12 anos:

RG original ou certidão de nascimento original (ou cópia autenticada); Passaporte dentro do prazo de validade (no caso de viagem internacional); Autorização Judicial (retirada em qualquer unidade do Juizado de menores); Formulário de Autorização para embarque de Menor acompanhado.

Menores de 5 anos podem embarcar sem os pais, se acompanhados de um parente ou responsável. Recém-nascidos só podem viajar após uma semana de vida. Não é necessária a autorização judicial, desde que o acompanhante seja maior de 18 anos e seja ascendente até o terceiro grau (irmãos, tios ou avós), o parentesco é comprovado pela documentação (certidão de nascimento do menor e RG do adulto responsável). Se não for parente, o acompanhante deve estar autorizado pelo pai, mãe ou responsável, por escrito e com firma reconhecida.

Se tudo estiver certinho não haverá problemas no embarque e todos poderão viajar tranquilos.

Boas férias!!!

Fonte: Pesquisa realizada por mim em companhias aéreas e juizado pra viajar com meu sobrinho de Minas Gerais para o Rio de janeiro (ônibus) e do Rio para Recife (avião).


Antes que eles cresçam…

by Gisele

Pais…filhos…netos

(Affonso Romano de Sant’Anna)

 

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios
filhos.

É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros
estabanados.

Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de maneira igual, crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não
pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversários com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança esta crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!  Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incomodas mochilas da moda nos ombros.

Ali estamos nós com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.  Saíram do banco de trás e passaram para os volantes de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais a cama deles ao anoitecer para ouvirmos suas almas respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes “hambúrgueres” e “cocas”, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas”pestes”.

Chega um momento que nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em
busca de felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não podem morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.


Diabetes na Criança e Adolescência

by Gisele

Bem pessoal, conforme prometido este post será dedicado às mães aflitas porque descobrem que os filhos têm diabetes.

Como fazer com as festinhas?

Bem, é importante para as crianças participarem de eventos sociais, ainda mais porque ao excluir os filhos destes eventos os pais contribuem por discriminá-los, pois é importante emocionalmente que as crianças não se sintam “doentes”. A atenção aqui está na frequência, pois nenhuma criança (diabética ou não) devem participar de festinhas todos os dias.

Se seu filho foi convidado para uma festinha é sugestivo que você substitua os doces comuns por dietéticos. Converse com o médico para saber se com a substituição,  ainda será necessário a mudança no esquema das insulinas naquele dia.

É importante que a criança saiba sobre as restrições alimentares. Recomendar a moderação quanto à ingestão de doces não é estigmatizar a criança, isso faz parte da educação do paciente diabético e essa moderação é benéfica também à crianças que não são Diabéticas, ainda mais se for o caso de uma criança com sobrepeso ou obesa.

Também é importante para a mãe lembrar que as crianças gostam e se satisfazem mais com o convívio com os amiguinhos do que propriamente com as guloseimas servidas, muitos não ligam para ela e passam a festa brincando sem se lembrar do que está sendo servido. Nesse caso alimentar a criança antes de sair de casa pode ser uma boa sugestão, sem fome eles tendem a não se atentar para as tais guloseimas.


Criança que não come.

by Gisele

Às vezes os filhos comem apenas um pouco. Isto pode causar grande preocupação nas mães que insistem que seu filho coma, mesmo que não tenha fome. O que acontece é que o apetite de um bebê se relaciona com suas necessidades energéticas. Quando fazem muita atividade, as crianças comem mais. Se ao contrário, gastam menos energia, não têm fome.

Os especialistas afirmam que as variações de apetite são normais desde que a criança se mantenha ativa e cresça normalmente. Além disso, se a criança comer alguma coisa fora de hora como um biscoito ou um chocolate, é provável que na hora de almoçar não tenha apetite.

Nos primeiros seis meses de vida, o bebê tem desenvolvimento acelerado, inclusive das células do tecido adiposo,  e essa memória ficará em suas células, daí a afirmação de que um bebê obeso tem mais chances de se tornar um adulto obeso. Por conta deste crescimento acelerado há também uma demanda de alimento muito importante. Esta demanda começa a diminuir à partir dos seis meses.

Entre um ano, aos 15 meses e aos três anos, eles atravessam uma etapa de inapetência fisiológica, que é funcional, e de alguma forma deve ser respeitada.

O momento dos hábitos alimentares

Na etapa de inapetência fisiológica se consolidam os hábitos alimentares. E é  neste momento que as mães se apavoram  porque seus filhos “não comem”. O que acontece é que as mães estão habituadas a que seus filhos comiam toda a quantidade que lhes era oferecida naquela fase de desenvolvimento acelerado.

A partir de um ano e meio, começa um período de socialização, de incorporação de hábitos alimentares, mas também de seleção. Pode acontecer de uma criança gostar muito de um alimento e logo o abandonar.

A partir dos 5 ou 6 anos, o pré-escolar volta a formar uma maior quantidade  tecido gorduroso e a ter o crescimento mais acelerado. Como conseqüência, a demanda de energia é maior.

Os nutricionistas e pediatras destacam a importância de consolidar corretos hábitos alimentares. A consulta com o pediatra por inapetência costuma coincidir com o fato de que a mãe, com a ansiedade de que o que a criança se alimente, a persiga com a comida ou ofereça substitutos que não são importantes do ponto de vista nutritivo, como guloseimas, salgadinhos ou bebidas com aditivos e açúcar. Desta maneira sua conduta alimentar se altera. A criança sabe que se não comer, obterá o que quer.

Às vezes, a inapetência fisiológica ou normal, se estabelece por circunstância do contexto familiar, mas também, a inapetência pode ser secundária a uma patologia aguda.

São freqüentes as consultas relacionadas a falta de apetite quando a criança padece de um transtorno respiratório ou gastrointestinal. Tanto as crianças como os adultos, ficam inapetentes quando doentes, e isto é normal.

Alimentos e afetos

A relação da família com a criança através da comida tem uma grande importância, mas deve-se tentar que esta não se torne super dimensionada, para que a necessidade de agradar ao filho e de cuidá-lo não se estabeleça somente através da comida.

Quando a inapetência se estabelece, deve-se verificar o aumento de peso e a estatura da criança. Os médicos dispõem de tabelas de referência, segundo o sexo. Com estas informações vão avaliando o paciente. Se a criança está fora da curva de crescimento adequada, sem uma causa aparente, os especialistas avaliarão se esta inapetência é relevante em relacão à uma doença ou patologia.

O importante, segundo especialistas, é ver em que contexto está inserida a inapetência, porque as vezes está relacionada com a história familiar. Não se pode analisar somente o componente orgânico, do ponto de vista dos nutrientes que são incorporados, mas também investigar o lado familiar. Há crianças que por falta de afeto, não se alimentam.

Podem também haver outros motivos, como por exemplo, a competição com os irmãos. A inapetência surge sempre dentro de um contexto; com quem a criança se alimenta, se quando chega da escola encontra uma comida rápida preparada, ou se trata-se de uma criança que nunca realiza as refeições com a mãe e seus irmãos. Todos estes são fatores que devem ser considerados quando se está frente a uma criança inapetente.

Fonte:  Artigo escrito pela doutora Liliana Trifone, médica nutricionista do Hospital Infantil Ricardo Gutiérrez.


“Criança não pensa”

by Gisele

Estou lendo pela segunda vez um livro que ganhei de presente e do qual gostei muito. É um livro da escritora Lya Luft – Perdas e Ganhos. Não saberia dizer aqui do que se trata este livro porque são muitos os aspectos nos quais ele me encanta e me identifica profundamente… 

Mas como o nosso universo aqui é o materno e infantil e o livro, entre outras coisas, fala desses vínculos que criamos ao longo da vida, separei um trecho para postar aqui no Blog. Espero que gostem!!!

” Muito escutei na infância:  Criança não pensa!

Criança pensa. mas faz também algo mais importante, que amadurecendo desaprendemos: Ela é. Contemplando uma mancha na parede, um inseto no capim ou a revelação de uma rosa, ela não está apenas olhando. Está sendo tudo isso em que se concentra. Ela é o besouro, a figura na parede, ela é a flor, o vento e o silêncio.

Da mesma forma ela é a frieza ou a angústia dos adultos, sua superficialidade e frieza ou seu amor verdadeiro.

E precisa que às vezes a deixem quieta, sem exigir que a toda hora se mexa, corra, fale, brinque, como se contemplação fosse doença.

A criança imersa em seu ambiente participa de um processo maior do que ela, no qual desabrocha com pouca consciência. Porém ela tem algo mais valioso do que a consciência: tem intuição de tudo, tem o saber inocente.”