O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Como saber se seu filho está se alimentando bem?

by Gisele

É constante a aflição das mamães quanto à alimentação de seus filhos. Será que ele está se alimentando o suficiente? Será que estou fazendo corretamente? Ele não quer comer, será que está doente?

Pensando nisso, o blog maternoeinfantil vai dar dicas pras mamães atentas ao dia a dia da criança.

A primeira pergunta a ser respondida é: Seu filho está mantendo o crescimento adequado?

Acompanhar o crescimento da criança é o primeiro passo para saber se alimentação está correta. Se seu filho mantém a curva de crescimento ascendente, mesmo que abaixo do estimado como média para a idade, é sinal que está tudo bem. Se esta curva se estagnar ou tiver um decréscimo, sinal de alerta!!! Esta curva é acompanhada pelos pediatras nas consultas de rotina.

A segunda questão é: O peso da criança está adequado?

O peso também é um bom indicador, mas as mamães devem se atentar às perdas bruscas de peso, isso também é feito através do acompanhamento da curva de peso para idade e altura da criança.

Tanto para a estatura, quanto para o peso, são levados em conta alguns dados como o fator genético (pais de estatura baixa, obesidade na família, etc), períodos de estirão, que são os períodos em que a criança cresce mais que engorda, e se a criança esteve ou está doente.

Se a criança fica sempre doentinha também indica uma má alimentação. Pois crianças que se alimentam bem, tem menores chances de se adoentarem devido ao fortalecimento do sistema imunológico.

O Sono também poderá indicar uma boa ou má alimentação. Se a criança dorme bem, tem sonos regulares e acorda disposta é um bom sinal de alimentação adequada.

Outros fatores podem indicar alimentação equilibrada e eficaz, como o bom funcionamento do intestino, o nascimento de dentes saudáveis e fortes e o bom apetite.

Mas o que vale mesmo é a mamãe ficar atenta à todos os indicadores e não levar em conta apenas 1 ou outro. E não se esquecer das consultas periódicas ao pediatra.

 


O Espinafre

by Gisele

Olá pessoal, em edição extraordinária o blog maternoeinfantil vai falar um pouquinho de um alimento, especificamente o Espinafre, pois surgiu uma dúvida quanto à inclusão do mesmo na alimentação dos bebês e uma mamãe preocupada me enviou um  e-mail sugerindo o assunto.

Bem, o espinafre (spinacia oleracea) é uma hortaliça muito conhecida pelo seu efeito fortificante. Quem não se lembra dos filmes do marinheiro Popeye?

O espinafre é conhecido por conter uma grande quantidade de ferro, mesmo depois de pesquisas e após corrigido esse teor, a quantidade é bastante relevante. Por isso o alimento é utilizado no combate a anemias e outras doenças do sangue.

É claro que outros alimentos, especialmente a carne vermelha, tem oferta de ferro mais acentuada que a do espinafre, principalmente se levarmos em conta a quantidade ingerida de um e outro. É muito mais facil consumir 100 gramas de carne que 100 gramas de espinafre.

O espinafre é um alimento rico em vários nutrientes como o cálcio, o potássio e as vitaminas A e Complexo B. Mas, como todo alimento, perde um pouco de suas propriedades nutricionais ao sofrer cocção.  O ferro do ovo (gema), melado, banana e cereja é 100% aproveitado. O ferro do feijão cozido é cerca de 80%, e o da carne, apenas 20%. O agrião e o espinafre apresentam um aproveitamento de ferro de 68%.

Existe também uma relação de “concorrência” entre o ferro e o cálcio, pois ambos são absorvidos no mesmo local, por isso alimentos ricos em ferro devem ser consumidos juntamente com alimentos ricos em vitamina c que favorecem a absorção do ferro. E alimentos ricos em cálcio, como o leite por exemplo, devem ser consumidos independentes dos alimentos ricos em ferro.

Um cuidado a ser tomado na ingestão desta hortaliça é quanto à higienização, as folhas devem ser bem lavadas e deixadas de molho em solução sanitizante (aquela feita com cloro e água). A procedência do produto também é importante na escolha, assim como em todo alimento, o índice de fertilizantes, agrotóxicos e hormônios utilizados pode tornar o produto impróprio para consumo. Se puder, prefira sempre os orgânicos.

Outro fator preponderante é a utilização do espinafre por pessoas portadoras de doenças renais, principalmente aquelas com insuficiência renal, assim como o feijão, a quantidade de potássio deste alimento é bastante relevante e só deverá ser consumido por esta população se orientado por nutricionista em dieta especialmente individualizada. O rim, quando doente, não consegue filtrar alguns nutrientes, por exemplo o potássio, e estes se acumulam na corrente sanguínea causando sérios problemas, podendo inclusive levar o paciente à morte. Mas essa situação acontece em pacientes com graves doenças renais. Indivíduos saudáveis são capazes de digerir, filtrar e aproveitar apenas o que é benéfico ao organismo.

Não há relatos ou pesquisas publicadas que comprovem algum efeito tóxico do espinafre no organismo humano e não há indícios ou qualquer determinação dos órgãos de saúde quanto à retirada deste alimento de nosso cardápio.  Portanto, continua valendo a regra do bom senso, do cardápio variado e colorido e do Bom apetite!!!

 

 


Alimentação do bebê.

by Gisele

O leite materno é sempre a melhor escolha para alimentar seu bebê. Mas a amamentação ao seio nem sempre é possível, existem alguns fatores que podem impedir à mãe de alimentar seu bebê ao seio, entre estes fatores está o uso alguns medicamentos no pós-parto, se a mãe é portadora de certas doenças infectocontagiosas ou outros.

Se o aleitamento materno se tornar impossível e a mãe precisar optar por dar mamadeira para seu bebê, alguns cuidados devem ser tomados, certifique-se antes com o pediatra se esta é a única opção antes de se aventurar com a primeira mamadeira.

O segundo passo é sempre usar alimentos adequados à fase de desenvolvimento do seu bebê, pois o maturação do sistema digestivo do bebê acontece gradativamente e nos primeiros meses o bebê ainda não possui algumas enzimas digestivas, por isso o risco de alergia é alto. Somente depois do primeiro ano é que alguns especialistas recomendam, por exemplo, a introdução do leite de vaca.

Para atingir sempre as necessidades do seu bebê esteja atenta também às quantidades oferecidas, bem como à higiene no preparo e siga sempre as recomendações do pediatra ou nutricionista.

Como preparar ?

Siga sempre as instruções. Em caso de alimentos industrializados, não adicione mais pó ou líquido do que indicado para diluição. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa.

Preparar uma porção de cada vez é o mais indicado para preservar as características dos alimentos. Mas se você precisar fazer maior quantidade da preparação siga as instruções impressas nas embalagens quanto ao modo de preparo e armazenamento. Mantenha o preparado sempre na geladeira e não utilize se ultrapassar 24 horas. Lembre-se sempre de utilizar água fervida ou filtrada na diluição e não esquente a preparação diretamente na mamadeira, a menos que ela seja de vidro.

Pergunte ao pediatra ou ao nutricionista o número de refeições adequado para idade e peso do seu bebê.

É muito importante lembrar que o aleitamento exclusivo até os 6meses protege o bebê contra diversas doenças e a introdução de fórmulas ou outros alimentos, mesmo como complemento ao seio deve ser desencorajada. Após este período os alimentos podem ser introduzidos gradativamente. Inicie com papinhas de frutas e legumes e não se esqueça do cuidado com a higiene também na preparação destes.


Diabetes na Criança e Adolescência

by Gisele

Bem pessoal, conforme prometido este post será dedicado às mães aflitas porque descobrem que os filhos têm diabetes.

Como fazer com as festinhas?

Bem, é importante para as crianças participarem de eventos sociais, ainda mais porque ao excluir os filhos destes eventos os pais contribuem por discriminá-los, pois é importante emocionalmente que as crianças não se sintam “doentes”. A atenção aqui está na frequência, pois nenhuma criança (diabética ou não) devem participar de festinhas todos os dias.

Se seu filho foi convidado para uma festinha é sugestivo que você substitua os doces comuns por dietéticos. Converse com o médico para saber se com a substituição,  ainda será necessário a mudança no esquema das insulinas naquele dia.

É importante que a criança saiba sobre as restrições alimentares. Recomendar a moderação quanto à ingestão de doces não é estigmatizar a criança, isso faz parte da educação do paciente diabético e essa moderação é benéfica também à crianças que não são Diabéticas, ainda mais se for o caso de uma criança com sobrepeso ou obesa.

Também é importante para a mãe lembrar que as crianças gostam e se satisfazem mais com o convívio com os amiguinhos do que propriamente com as guloseimas servidas, muitos não ligam para ela e passam a festa brincando sem se lembrar do que está sendo servido. Nesse caso alimentar a criança antes de sair de casa pode ser uma boa sugestão, sem fome eles tendem a não se atentar para as tais guloseimas.


A mãe diabética

by Gisele

Pessoal, dia 15 de novembro é dia mundial do diabetes e diversas campanhas são realizadas para concientização da população sobre os riscos da doença, campanhas de prevenção e também  sobre o bom controle da alimentação e manutenção dos níveis de glicose (açúcar) dentro dos limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

O Blog maternoeinfantil apoia todas as companhas. Por isso este post é dedicado às mães diabéticas.

Temos 2 tipos de mães diabéticas: As que possuem a doença e engravidam e as que desenvolvem o diabetes na gestação (diabetes gestacional). Ambas terão um bebê filho de mãe diabética , mas as condições que envolvem as duas gestações serão diversas.

A gestante  que apresenta o diabetes devido ao efeito diabetogênico da gravidez não apresenta os mesmos riscos que decorrem de um Diabetes Mal controlado, originado antes da gestação. Apesar disso o controle pré-natal se faz muito importante, assim como a boa alimentação, para que a gestante mantenha seus níveis matabólicos controlados e para que o bebê não sofra nenhum risco.

Para as pacientes diabéticas que serão futuras mamães é imprescindível o bom controle da doença pois alguns aspectos podem ser agravados durante a gestação, como por exemplo sobre os vasos sanguíneos. Se a paciente já apresenta alguma alteração diabética nesses vasos, o problema pode se tornar mais importante.

Independente do tipo de mãe diabética você, ou pode vir a ser futuramente. cuide sempre de sua alimentação, faça atividades físicas orientadas e regulares e não deixe de fazer seu pré-natal.

No próximo post vou falar de crianças diabéticas. Como fazer com as festinhas? Aguardem!!!


Azia na gravidez

by Gisele

Com a evolução da gravidez e com o aumento do abdomen por conta do crescimento do bebê é comum crescer também as queixas de Azia.

A Azia ocorre porque com esse aumento o estômago e o intestino são pressionados e a digestão dos alimentos fica mais lenta. Além disso, os níveis altos de progesterona provocam o relaxamento dos órgãos, esse relaxamento acomete também válvula que regula a passagem dos alimentos do esôfago para o estômago, facilitando o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago e consequentemente, aparece a Azia, comum no segundo trimestre da gravidêz.

Para melhorar esse sintoma, evite se deitar logo após a ingestão dos alimentos. Não tome líquidos juntamente com as refeições, dê um tempinho de 30 minutos.

Biscoitos água e sal ou torradas podem ser aliados nesse momento, pois são de fácil digestão e são mais secos. Refeições menores, mais sólidas e mais frequentes também são indicadas. Mantenha uma alimentação saudável e sempre tire suas dúvidas no pré-natal.


Aleitamento Materno

by Gisele

Algumas mães se sentem inseguras ao alimentar o bebê exclusivamente pelo leite materno. O Blog maternoeinfantil separou algumas informações que podem ajudar você a se sentir mais segura.

O aleitamento materno é nutricionalmente superior, o leite materno é rico em nutrientes e fornece exatamente o que seu bebê precisa durante os 6 primeiros meses de vida, sem precisar de nenhum outro alimento.

É bacteriológicamente seguro, pois não há manipulação e consequentemente há menor risco de contaminação.

Fornece imunidade contra doenças, pois possui anticorpos impressindíveis para o bebê.

Previne a alergia alimentar, pois o bebê pode apresentar alergia a nutrientes ou particulas presentes em outros alimentos. O sistema gastrointestinal do bebê ainda não se desenvolveu o suficiente para se proteger destas partículas.

Garante o desenvolvimento dos maxilares. A sucção é muito importante para esta etapa do desenvolvimento e futuramente dos dentes e dos ossos.

O aleitamento materno promove o vínculo mãe/filho, por isso o quão precoce a mãe puder amamentar seu filho mais importante será para o desenvolvimento deste vínculo.

Além de benéfico para o bebê ainda há muitas vantagens para a mamãe, pois diminui a incidência de câncer de mama, promove o retorno ao corpo de antes da gestação e é importante para involução uterina.


Mãe

by Gisele


12 de Outubro

by Gisele


Muita Fibra

by Gisele

Uma das principais queixas de mulheres, principalmente na gestação é a constipação intestinal ou prisão de ventre.

A constipação intestinal é caracterizada pela diminuição da frequência das evacuações, associada à uma dificuldade ao evacuar, pois as fezes ficam ressecadas e endurecidas, dificultando a eliminação.

Algumas causas podem estar associadas à constipação entre elas as principais são a baixa ingestão de fibras e de líquidos.

Outros fatores podem causar ou agravar a constipação além dos principais citados acima: idade – idosos tem maior chance de desenvolver a doença, gravidez – grávidas tem maiores chances devido à ação hormonal e pressão uterina, obesidade – devido também a ação hormonal e baixa atividade do metabolismo, falta de exercícios físicos e uso prolongado de laxantes.

Vai aqui algumas dicas do Blog materno e infantil para melhorar a função intestinal:

Comece sempre por avaliar sua alimentação – Caso sua ingestão seja principalmente de alimentos pobres em fibra, inicie gradualmente a ingestão dos alimentos com maior teor de fibra até atingir a recomendação diária, que no caso de adultos é de 0,5 gramas por kilo de peso por dias. Por exemplo, eu peso 65 kilos, então preciso atingir a quantidade de 0,5 gramas  x 65 (meu peso) que dá o total de 32,5 gramas de fibra por dia.

Faça refeições regulares e beba muito líquido – Mínimo 2 litros/dia. Pois será importante para hidratar e amoler as fezes.

Respeite os sinais de seu intestino, não adie a ida ao banheiro caso esteja com vontade.

Evite utilizar sempre os laxantes – O uso contínuo pode tornar seu intestino mais preguiçoso.

Faça exercícios físicos regularmente. Se você não tem essa prática, inicie com uma caminhada ao menos 3 vezes por semana.

Esteja atenta aos preparos dos alimentos – Alguns podem sofrer alterações no preparo e cocção. Evite picar os vegetais e legumes em pedaço muito finos, prefira os alimentos que podem ser consumidos com casa. Evite liquidificar os alimentos ricos em fibras.

Atenção! Cuidado especial ao lavar os alimentos que serão consumidos com casa, para evitar alguma infecção intestinal.

Leia sempre o rótulo dos alimentos industrializados, pois nele deve conter  além do valor calórico, a quantidade de nutrientes e a quantidade de fibra.

Veja alguns alimentos e seu teor aproximado de fibras:

Alface – 3 folhas tem 0,9 gramas de fibra,

Brócolis cozido – 3 ramos tem 1,5 grama de fibras,

Tomate Cru – 1 unidade média tem 1,0 grama de fibra,

Vagem cozida – 1/2 xícara de chá tem 1,1 grama de fibra,

Beterraba cozida – 1 unidade média tem 1,4 gramas de fibra,

Cenoura crua – 1 unidade média tem 0,9 gramas de fibra,

Arroz integral cozido – 1/2 xícara de chá tem 1,7 gramas de fibra,

Feijão Preto cozido – 1 concha tem 3,38 gramas de fibra,

Pão integral – 1 fatia tem 1,8 gramas de fibra,

Ameixa fresca – 1 Unidade média tem 0,2 gramas,

Mamão Papaya – 1/2 unidade tem 0,85 gramas

Manga – 1 Unidade média tem 0,7 gramas,

Maçã com casca – 1 Unidade média tem 3,5 gramas

Fonte: Tabela de composição química dos alimentos.