O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

by Gisele

Você sabe o que é TDAH?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é também conhecido como TDAH. Segundo pesquisadores, o TDAH é resultado de uma desordem química no cérebro. Os neurotransmissores, substâncias que fazem a comunicação entre um neurônio e outro, não absorvem as informações de maneira adequada, isso baixa a atividade da parte frontal do cérebro. A pessoa nasce com o trastorno, não é um problema que possa ser  adquirido.

Entre os sintomas do TDAH estão: A falta de atenção, a dificuldade de concentração em tarefas do dia a dia, a impulsividade, a desorganização, o esquecimento, a inquietude, a indecisão, a baixa auto estima, a insegurança e a atividade mental acelerada.

O transtorno atinge cerca de 4% da população mundial.

Segundo psiquiatras, qualquer um de nós pode apresentar algumas das caracterísiticas (sintomas) do TDAH, o que diferencia o transtorno é a associação das características, a intensidade e a frequência que acometem o paciente e se estas características comprometem suas atividades rotineiras.

Para tratar o TDAH o mais imortante é ter um bom diagnóstico, feito por neurologistas e psiquiatras.

Fonte: www.tdah.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Como saber se seu filho está se alimentando bem?

by Gisele

É constante a aflição das mamães quanto à alimentação de seus filhos. Será que ele está se alimentando o suficiente? Será que estou fazendo corretamente? Ele não quer comer, será que está doente?

Pensando nisso, o blog maternoeinfantil vai dar dicas pras mamães atentas ao dia a dia da criança.

A primeira pergunta a ser respondida é: Seu filho está mantendo o crescimento adequado?

Acompanhar o crescimento da criança é o primeiro passo para saber se alimentação está correta. Se seu filho mantém a curva de crescimento ascendente, mesmo que abaixo do estimado como média para a idade, é sinal que está tudo bem. Se esta curva se estagnar ou tiver um decréscimo, sinal de alerta!!! Esta curva é acompanhada pelos pediatras nas consultas de rotina.

A segunda questão é: O peso da criança está adequado?

O peso também é um bom indicador, mas as mamães devem se atentar às perdas bruscas de peso, isso também é feito através do acompanhamento da curva de peso para idade e altura da criança.

Tanto para a estatura, quanto para o peso, são levados em conta alguns dados como o fator genético (pais de estatura baixa, obesidade na família, etc), períodos de estirão, que são os períodos em que a criança cresce mais que engorda, e se a criança esteve ou está doente.

Se a criança fica sempre doentinha também indica uma má alimentação. Pois crianças que se alimentam bem, tem menores chances de se adoentarem devido ao fortalecimento do sistema imunológico.

O Sono também poderá indicar uma boa ou má alimentação. Se a criança dorme bem, tem sonos regulares e acorda disposta é um bom sinal de alimentação adequada.

Outros fatores podem indicar alimentação equilibrada e eficaz, como o bom funcionamento do intestino, o nascimento de dentes saudáveis e fortes e o bom apetite.

Mas o que vale mesmo é a mamãe ficar atenta à todos os indicadores e não levar em conta apenas 1 ou outro. E não se esquecer das consultas periódicas ao pediatra.

 


O Espinafre

by Gisele

Olá pessoal, em edição extraordinária o blog maternoeinfantil vai falar um pouquinho de um alimento, especificamente o Espinafre, pois surgiu uma dúvida quanto à inclusão do mesmo na alimentação dos bebês e uma mamãe preocupada me enviou um  e-mail sugerindo o assunto.

Bem, o espinafre (spinacia oleracea) é uma hortaliça muito conhecida pelo seu efeito fortificante. Quem não se lembra dos filmes do marinheiro Popeye?

O espinafre é conhecido por conter uma grande quantidade de ferro, mesmo depois de pesquisas e após corrigido esse teor, a quantidade é bastante relevante. Por isso o alimento é utilizado no combate a anemias e outras doenças do sangue.

É claro que outros alimentos, especialmente a carne vermelha, tem oferta de ferro mais acentuada que a do espinafre, principalmente se levarmos em conta a quantidade ingerida de um e outro. É muito mais facil consumir 100 gramas de carne que 100 gramas de espinafre.

O espinafre é um alimento rico em vários nutrientes como o cálcio, o potássio e as vitaminas A e Complexo B. Mas, como todo alimento, perde um pouco de suas propriedades nutricionais ao sofrer cocção.  O ferro do ovo (gema), melado, banana e cereja é 100% aproveitado. O ferro do feijão cozido é cerca de 80%, e o da carne, apenas 20%. O agrião e o espinafre apresentam um aproveitamento de ferro de 68%.

Existe também uma relação de “concorrência” entre o ferro e o cálcio, pois ambos são absorvidos no mesmo local, por isso alimentos ricos em ferro devem ser consumidos juntamente com alimentos ricos em vitamina c que favorecem a absorção do ferro. E alimentos ricos em cálcio, como o leite por exemplo, devem ser consumidos independentes dos alimentos ricos em ferro.

Um cuidado a ser tomado na ingestão desta hortaliça é quanto à higienização, as folhas devem ser bem lavadas e deixadas de molho em solução sanitizante (aquela feita com cloro e água). A procedência do produto também é importante na escolha, assim como em todo alimento, o índice de fertilizantes, agrotóxicos e hormônios utilizados pode tornar o produto impróprio para consumo. Se puder, prefira sempre os orgânicos.

Outro fator preponderante é a utilização do espinafre por pessoas portadoras de doenças renais, principalmente aquelas com insuficiência renal, assim como o feijão, a quantidade de potássio deste alimento é bastante relevante e só deverá ser consumido por esta população se orientado por nutricionista em dieta especialmente individualizada. O rim, quando doente, não consegue filtrar alguns nutrientes, por exemplo o potássio, e estes se acumulam na corrente sanguínea causando sérios problemas, podendo inclusive levar o paciente à morte. Mas essa situação acontece em pacientes com graves doenças renais. Indivíduos saudáveis são capazes de digerir, filtrar e aproveitar apenas o que é benéfico ao organismo.

Não há relatos ou pesquisas publicadas que comprovem algum efeito tóxico do espinafre no organismo humano e não há indícios ou qualquer determinação dos órgãos de saúde quanto à retirada deste alimento de nosso cardápio.  Portanto, continua valendo a regra do bom senso, do cardápio variado e colorido e do Bom apetite!!!

 

 


O que a mamãe come pode prejudicar o bebê

by Gisele

Nutrir o bebê fora do útero pode ser bem menos complicado que dentro dele. Mas durante o aleitamento, é recorrente a aflição das mamães em relação ao que comer. Será que o que a mamãe come pode mesmo prejudicar o bebê?

A composição de lipídios, proteínas e carboidratos do leite materno não depende do que a mãe come. Apenas o nível de algumas vitaminas, como as A e B12, por exemplo, podem sofrer alterações decorrente da dieta da mãe.

Embora a qualidade do leite não esteja ligado à dieta materna, a quantidade está. As Nutrizes com deficiência calórico/protéica produzirão leite de boa qualidade, mas em menor quantidade. Para produzir leite em abundância, é preciso continuar com a complementação vitamínica da gestação (ou adequada à gestação e lactação), e seguir algumas orientações básicas.

Para garantir um leite seguro e sadio é importante:

Aumentar o aporte calórico – sendo esta uma regra flexível, pois as mamães que engordaram muito durante a gravidez, ou antes dela, poderão ter a oportunidade de perder estes quilos. Já que as reservas serão utilizadas na produção do leite.

Aumentar o aporte de cálcio em uma porção a mais por dia, até 5 porções.

Reduzir a ingestão de proteínas em uma porção por dia,  até chegar em 3 porções/dia.

Beber ao menos 8 copos de água ou líquido por dia (água, leite, caldos e sucos). Chás e cafés devem ser evitados ou restritos a uma xícara por dia. Acima de 6 xícaras podem deixar o bebê irrequieto.

Uma ampla variedade de substâncias, de medicamentos, condimentos, acidulantes, podem aparecer no leite, com resultados variáveis.

A mamãe pode evitar os alimentos que pareçam ter afetado o bebê.  Muito embora os estudos não comprovem que o que a mãe come provoca cólica no bebê, alimentos como o alho, a cebola, repolho e chocolate são comuns nas queixas maternas. Podem causar gases incômodos em alguns bebês, mas não em todos. Os lactentes com palato sensível podem mostrar desagrado a temperos fortes.

Dentre as muitas substâncias prejudiciais está o tabaco, presente no fumo, pois passam pela corrente sanguínea e chegam ao leite materno. O cuidado neste caso, inclui também o uso de drogas, álcool e fármacos. A mamãe só deve utilizar medicamentos orientada pelo médico.

Não usar laxantes para regular o intestino, alguns podem afetar o bebê.  Aumente o consumo de fibras na alimentação.

Evite o excesso de substância químicas presentes nos alimentos industrializados. Verifique no rótulo a presença destes. Dê preferência aos alimentos naturais como frutas e legumes, se for possível utilize os orgânicos. Evite de modo geral os alimentos preservados em nitritos e nitratos; salsichas, salame, carnes enlatadas, peixes e carnes defumadas. Evite alimentos com corantes, aromatizantes, conservantes e outros alimentos artificias.

Evite a sacarina (adoçante dietético), pois ela passa para o leite e alguns estudos demonstraram a ocorrência de câncer em animais submetidos a alimentos com esta substância. O aspartame, por outro lado parece só passar para o leite em pequenas quantidades e portanto seria seguro. Mas se houver necessidade, utilize adoçantes naturais como os de stévia e sucralose.


“Viajando na maionese”

by Gisele

 

Pra não viajar na maionese e deixar de curtir suas férias por conta da gestação, o blog maternoeinfantil dá as dicas para mamãe poder viajar e curtir as férias antes da chegada do bebê.

A grande maioria fica insegura na hora de programar uma viagem durante a gestação. Como em variadas situações, dependendo da idade gestacional há maiores ou menores riscos pra mamãe e para o bebê.

No primeiro trimestre da gestação, mesmo para gravidez de baixo risco, uma viagem longa não é boa idéia,  nesse período os riscos de aborto são maiores, pois o organismo ainda está se adaptando às novas condições físicas e emocionais da gestante.

Durante o segundo trimestre a viagem é bastante segura, além de ser uma excelente oportunidade para mamãe e papai namorarem um pouquinho antes de se verem à voltas com fraldas, mamadeiras, choro e muito dengo do filhote.

Já no terceiro trimestre as viagens longas também são desencorajadas pois haverá sempre a chance do início do trabalho de parto e não é legal a mamãe estar longe de seu obstetra e sua maternidade de escolha.

Durante qualquer fase, não é recomendado as viagens para grandes altitudes e que a gestante fique sentada por mais de 2 horas consecutivas. Também não é recomendado a viagem para regiões onde haverá necessidade de vacinas ou houver risco potencial de infestação por alguma doença como a malária, a dengue e a febre amarela.

Também independente da fase, haverá sempre a necessidade de uma liberação médica, pois alguns problemas como hipertensão e diabetes na gestação podem ser impeditivos.

Com a liberação do “Dr. Obstetra” em mãos, alguns cuidados extras podem tornar a viagem mais relaxante e tranquila, como seguir sua dieta idel, hidratar-se bem com água mineral e sucos de frutas, evitar as mudanças de horário, respeitar a vontade de ir ao banheiro e ter em mãos telefones úteis como de algum médico local. Para lugares mais quentes, roupa leve e confortável e para proteção da pele filtro solar.

Tudo pronto? Pé na estrada. Relaxe e Aproveite!!!


Diabetes na Criança e Adolescência

by Gisele

Bem pessoal, conforme prometido este post será dedicado às mães aflitas porque descobrem que os filhos têm diabetes.

Como fazer com as festinhas?

Bem, é importante para as crianças participarem de eventos sociais, ainda mais porque ao excluir os filhos destes eventos os pais contribuem por discriminá-los, pois é importante emocionalmente que as crianças não se sintam “doentes”. A atenção aqui está na frequência, pois nenhuma criança (diabética ou não) devem participar de festinhas todos os dias.

Se seu filho foi convidado para uma festinha é sugestivo que você substitua os doces comuns por dietéticos. Converse com o médico para saber se com a substituição,  ainda será necessário a mudança no esquema das insulinas naquele dia.

É importante que a criança saiba sobre as restrições alimentares. Recomendar a moderação quanto à ingestão de doces não é estigmatizar a criança, isso faz parte da educação do paciente diabético e essa moderação é benéfica também à crianças que não são Diabéticas, ainda mais se for o caso de uma criança com sobrepeso ou obesa.

Também é importante para a mãe lembrar que as crianças gostam e se satisfazem mais com o convívio com os amiguinhos do que propriamente com as guloseimas servidas, muitos não ligam para ela e passam a festa brincando sem se lembrar do que está sendo servido. Nesse caso alimentar a criança antes de sair de casa pode ser uma boa sugestão, sem fome eles tendem a não se atentar para as tais guloseimas.


A mãe diabética

by Gisele

Pessoal, dia 15 de novembro é dia mundial do diabetes e diversas campanhas são realizadas para concientização da população sobre os riscos da doença, campanhas de prevenção e também  sobre o bom controle da alimentação e manutenção dos níveis de glicose (açúcar) dentro dos limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

O Blog maternoeinfantil apoia todas as companhas. Por isso este post é dedicado às mães diabéticas.

Temos 2 tipos de mães diabéticas: As que possuem a doença e engravidam e as que desenvolvem o diabetes na gestação (diabetes gestacional). Ambas terão um bebê filho de mãe diabética , mas as condições que envolvem as duas gestações serão diversas.

A gestante  que apresenta o diabetes devido ao efeito diabetogênico da gravidez não apresenta os mesmos riscos que decorrem de um Diabetes Mal controlado, originado antes da gestação. Apesar disso o controle pré-natal se faz muito importante, assim como a boa alimentação, para que a gestante mantenha seus níveis matabólicos controlados e para que o bebê não sofra nenhum risco.

Para as pacientes diabéticas que serão futuras mamães é imprescindível o bom controle da doença pois alguns aspectos podem ser agravados durante a gestação, como por exemplo sobre os vasos sanguíneos. Se a paciente já apresenta alguma alteração diabética nesses vasos, o problema pode se tornar mais importante.

Independente do tipo de mãe diabética você, ou pode vir a ser futuramente. cuide sempre de sua alimentação, faça atividades físicas orientadas e regulares e não deixe de fazer seu pré-natal.

No próximo post vou falar de crianças diabéticas. Como fazer com as festinhas? Aguardem!!!


Fertilização

by Gisele

Oi gente! Há muito eu queria escrever um post sobre esse assunto. São muitas as dúvidas, de várias mulheres sobre poder ou não engravidar ou gerar um filho.

Como estamos assistindo diariamente nas novelas “A vida da Gente” e “Fina Estampa”, existem modernas técnicas de reprodução ou concepção assistida, para ajudar às mulheres na concretização do sonho de ser mãe.  Mas o que tem sido mostrado é “coisa de novela”, então resolvi pesquisar para este post sobre as técnicas disponíveis.

Bem, pra começar, entenda as condições necessárias para uma fertilização fisiológica.

O Homem precisa apresentar uma produção de espermatozóides, em um número adequado, normais e com boa movimentação para que estes possam alcançar a parte final das trompas, onde irão encontar o óvulo.

A Mulher precisa ter o muco cervical produzido no colo do útero favorável à sobrevivência dos espermatozóides. O sistema genital feminino deve permitir a ascenção dos espermatozóides até às trompas e essas devem ser capazes de captar o óvulo que foi liberado na ovulação. A produção do óvulo maduro depende do bom funcionamento hormonal dos ovários da hipófise.

A ruptura do folículo ovariano que contém o óvulo maduro: Uma boa ovulação.

E presença de cavidade uterina com anatomia normal e endométrio com capacidade de receber o embrião e permitir que este se desenvolva.

A infertilidade ocorre quando uma ou mais dessas condições não acontecem e a técnica é escolhida em função do tipo de infertilidade.

Indução da Ovulação com o coito programado: A ovulação é estimulada para se obter 1 a 4 óvulos que serão fertilizados nas trompas através de relações sexuais programadas. É indicada nos casos de distúrbios hormonais, como síndrome dos ovários policísticos ou quando a homem apresenta uma disfunção leve na produção dos espermatozóides.

Inseminação Intra Uterina ou “Inseminação artificial”: Durante o período mais fértil da mulher, é realizada uma coleta de sêmen e este é preparado ou capacitado. Os melhores espermatozóides são colocados dentro do útero utilizando-se um cateter especial. A Fertilização neste caso ocorre “In vivo”, dentro das trompas.

Fertilização In Vitro (FIV) ou Bebê de Proveta: Esta técnica reproduz em laboratório as condições necessárias para que ocorra a fecundação. A ovulação é estimulada com hormônios para obtenção dos óvulos que serão aspirados dos folículos ovarianos através da vagina. Os espermatozóides e os óvulos são colocados em meio de cultura e temperatura específicos. Após este período os embriões formados, são transferidos para a cavidade uterina durante um exame ginecológico normal. A FIV está indicada nos casos de alterações das trompas, endometriose, infertilidade sem causa aparente, alterações masculinas, entre outras.

Fertilização Por injeção Intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI): Através da ICSI, é possível coletar um único espermatozóide e colocá-lo diretamente dentro do óvulo. Desta forma, homens com alterações graves do semên ou submetidos à vasectomia que já tentaram ou não desejam a reversão cirúrgica podem se beneficiar desta técnica. A ICSI também está indicada quando houve falha de fertilização em tentativas anteriores de fertilização in vitro (FIV).

A taxa de gravidez inicial tanto com ICSI como na FIV varia de 25 a 35% dependendo da idade da paciente. Fatores como idade da mulher e a qualidade dos óvulos obtidos podem aumentar as chances de sucesso. O acompanhamento das crianças nascidas através desta técnica tem mostrado que não há um aumento nas taxas de mal formações ou alterações congênitas.

Fonte: Material Informativo da Clínica Pró-Criar.


Exames e Mais Exames…

by Gisele

VoCê sabe pra que servem todos os exames solicitados no pré-natal?

São muitos, sendo os principais e mais comuns o hemograma, o de glicemia, o de urina e os que previnem doenças sexualmente transmissíveis como AIDS e Sífilis. Também são importantes os exames para rubéola e tétano. Esses exames detectam problemas que atingem inicialmente a mãe, mas podem provoccar problemas fetais.

Outros exames também muito recomendados e muito importantes para a saúde do bebê é o exame de translucência nucal e o morfológico fetal.

Se você não sabe pra que serve o exame solicitado, converse com o médico. É importante para a saúde da mamãe e do bebê que todos os exames sejam realizados.


Azia na gravidez

by Gisele

Com a evolução da gravidez e com o aumento do abdomen por conta do crescimento do bebê é comum crescer também as queixas de Azia.

A Azia ocorre porque com esse aumento o estômago e o intestino são pressionados e a digestão dos alimentos fica mais lenta. Além disso, os níveis altos de progesterona provocam o relaxamento dos órgãos, esse relaxamento acomete também válvula que regula a passagem dos alimentos do esôfago para o estômago, facilitando o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago e consequentemente, aparece a Azia, comum no segundo trimestre da gravidêz.

Para melhorar esse sintoma, evite se deitar logo após a ingestão dos alimentos. Não tome líquidos juntamente com as refeições, dê um tempinho de 30 minutos.

Biscoitos água e sal ou torradas podem ser aliados nesse momento, pois são de fácil digestão e são mais secos. Refeições menores, mais sólidas e mais frequentes também são indicadas. Mantenha uma alimentação saudável e sempre tire suas dúvidas no pré-natal.