O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Delícias da vida…

by Gisele


Para o pequeno sambista…

by Gisele


O que levar para a maternidade?

by Gisele

Nesta hora é provável que a mamãe esteja bastante ansiosa e não consiga pensar no que levar pra maternidade. Por isso procure deixar uma malinha pronta e em local sabido pelo papai ou acompanhante escolhido, assim é só pegar na hora H.

Para a mamãe é necessário levar camisolas (3 unidades), calcinhas (3 unidades), cinta pós-parto (1 unidade), sutiã de amamentação (1 unidade) e os objetos de uso pessoal como escova de dentes, escova de cabelo, maquiagem, lembre-se que tudo será novidade para o bebê e objetos com cheiros e gostos fortes não devem ser adotados.

Para o bebê será necessário levar: Mantas ( 2 peças), cueiros (6 peças) roupinhas (6 mudas completas), fraldas (1 pacote tamanho P) e luvas descartáveis (3 pares).

Lembre-se de antes de separar e guardar as roupinhas, lavá-las com sabão neutro e passá-las.


O que a mamãe come pode prejudicar o bebê

by Gisele

Nutrir o bebê fora do útero pode ser bem menos complicado que dentro dele. Mas durante o aleitamento, é recorrente a aflição das mamães em relação ao que comer. Será que o que a mamãe come pode mesmo prejudicar o bebê?

A composição de lipídios, proteínas e carboidratos do leite materno não depende do que a mãe come. Apenas o nível de algumas vitaminas, como as A e B12, por exemplo, podem sofrer alterações decorrente da dieta da mãe.

Embora a qualidade do leite não esteja ligado à dieta materna, a quantidade está. As Nutrizes com deficiência calórico/protéica produzirão leite de boa qualidade, mas em menor quantidade. Para produzir leite em abundância, é preciso continuar com a complementação vitamínica da gestação (ou adequada à gestação e lactação), e seguir algumas orientações básicas.

Para garantir um leite seguro e sadio é importante:

Aumentar o aporte calórico – sendo esta uma regra flexível, pois as mamães que engordaram muito durante a gravidez, ou antes dela, poderão ter a oportunidade de perder estes quilos. Já que as reservas serão utilizadas na produção do leite.

Aumentar o aporte de cálcio em uma porção a mais por dia, até 5 porções.

Reduzir a ingestão de proteínas em uma porção por dia,  até chegar em 3 porções/dia.

Beber ao menos 8 copos de água ou líquido por dia (água, leite, caldos e sucos). Chás e cafés devem ser evitados ou restritos a uma xícara por dia. Acima de 6 xícaras podem deixar o bebê irrequieto.

Uma ampla variedade de substâncias, de medicamentos, condimentos, acidulantes, podem aparecer no leite, com resultados variáveis.

A mamãe pode evitar os alimentos que pareçam ter afetado o bebê.  Muito embora os estudos não comprovem que o que a mãe come provoca cólica no bebê, alimentos como o alho, a cebola, repolho e chocolate são comuns nas queixas maternas. Podem causar gases incômodos em alguns bebês, mas não em todos. Os lactentes com palato sensível podem mostrar desagrado a temperos fortes.

Dentre as muitas substâncias prejudiciais está o tabaco, presente no fumo, pois passam pela corrente sanguínea e chegam ao leite materno. O cuidado neste caso, inclui também o uso de drogas, álcool e fármacos. A mamãe só deve utilizar medicamentos orientada pelo médico.

Não usar laxantes para regular o intestino, alguns podem afetar o bebê.  Aumente o consumo de fibras na alimentação.

Evite o excesso de substância químicas presentes nos alimentos industrializados. Verifique no rótulo a presença destes. Dê preferência aos alimentos naturais como frutas e legumes, se for possível utilize os orgânicos. Evite de modo geral os alimentos preservados em nitritos e nitratos; salsichas, salame, carnes enlatadas, peixes e carnes defumadas. Evite alimentos com corantes, aromatizantes, conservantes e outros alimentos artificias.

Evite a sacarina (adoçante dietético), pois ela passa para o leite e alguns estudos demonstraram a ocorrência de câncer em animais submetidos a alimentos com esta substância. O aspartame, por outro lado parece só passar para o leite em pequenas quantidades e portanto seria seguro. Mas se houver necessidade, utilize adoçantes naturais como os de stévia e sucralose.


Convivência

by Gisele

Oi Pessoal, este post é uma mistura de depoimento, compartilhamento, pesquisa, de minhas leituras sem fim… É um pouco de mim , da minha infância,  da relação com minhas irmãs,  com minha mãe, da relação de minhas irmãs com seus filhos, mas poderia ser de todos os leitores e leitoras do maternoeinfantil…. Enfim, espero que gostem….

Num momento de reflexão eu parei e olhei lá pra trás… Como era minha infância? Minha memória é meio recortada, em flaches, em passagens descontinuadas… Mas em todas as ocasiões de que me recordo bem, está a alegria da convivência com meus pais, meus irmãos, meus avós. Minha família é muito grande e meu avô gostava de fazer festas que reunia todo mundo em casa. Me lembro do almoço de domingo na casa da vovó, dos biscoitinhos feitos de nata da Tia Lúcia, das brincadeiras na rua até tarde… Nesta época podíamos ficar brincando de pular corda ou pique - esconde na rua. Me lembro das broncas da mamãe, porque o papai viajava à trabalho e toda educação ficou à cargo dela.

Volto de lá, de onde estão guardadas as memórias, e vejo as relações de hoje, em que os filhos desde muito pequenos escutam os pais dizerem que não tem tempo pra nada, inclusive pra ele.  As babás com suas roupinhas brancas a cercarem os pequenos, as aulas de balé, de judô, de inglês, de natação. A escolinha de futebol. É compreessível que os pais queiram dar o melhor na educação de seus filhos, por isso passam a preencher todo o tempo deles com o que consideram eficaz na educação destes. Mas cadê o tempo de convívio, os gestos de delicadeza e generosidade, o compartilhamento de afeto e segurança, de ensinamentos, de mostrar o quanto é importante o convívio em família. O que será no futuro das lembranças dos filhos de hoje?

Minha mãe contava da infância dela, das coisas que fazia, tinha muita estripulia da Tia Marlene… E a gente foi aprendendo com as suas experiências e com suas expectativas. Tínhamos limites, às vezes até demais, mas eu sei que também havia muita vontade de acertar. E eu sei que o amor era o ingrediente principal.

Acho que a principal dica deste post é que a infância é uma excelente oportunidade de compartilhar. De Aplicar limites, sim, de explicar o que é certo e o que é errado, de corrigir. Eu li um texto, aliás foi o que me fez refletir e querer escrever este post, em que o autor (Eduardo Shinyashiki) dizia: “A plenitude só virá na hora em que vivermos a abundância de sentimentos… A vida se encarregará de retirar o amor em excesso, porém, o que faltar nem sempre a vida se encarregará de repor.”

 

 


“Viajando na Maionese 2″

by Gisele

Foto: Freepik.com

No último post o blog maternoeinfantil deu dicas pra gestante curtir suas férias. Mas para quem quer levar o filhotinho ou decidiu não viajar, mas quer que o pimpolho curta férias na casa da vovó ou da dinda, segue aqui algumas providências.

Esteja atenta aos documentos necessários para o check-in para os pequenos de 5 a 12 anos:

RG original ou certidão de nascimento original (ou cópia autenticada); Passaporte dentro do prazo de validade (no caso de viagem internacional); Autorização Judicial (retirada em qualquer unidade do Juizado de menores); Formulário de Autorização para embarque de Menor acompanhado.

Menores de 5 anos podem embarcar sem os pais, se acompanhados de um parente ou responsável. Recém-nascidos só podem viajar após uma semana de vida. Não é necessária a autorização judicial, desde que o acompanhante seja maior de 18 anos e seja ascendente até o terceiro grau (irmãos, tios ou avós), o parentesco é comprovado pela documentação (certidão de nascimento do menor e RG do adulto responsável). Se não for parente, o acompanhante deve estar autorizado pelo pai, mãe ou responsável, por escrito e com firma reconhecida.

Se tudo estiver certinho não haverá problemas no embarque e todos poderão viajar tranquilos.

Boas férias!!!

Fonte: Pesquisa realizada por mim em companhias aéreas e juizado pra viajar com meu sobrinho de Minas Gerais para o Rio de janeiro (ônibus) e do Rio para Recife (avião).


“Viajando na maionese”

by Gisele

 

Pra não viajar na maionese e deixar de curtir suas férias por conta da gestação, o blog maternoeinfantil dá as dicas para mamãe poder viajar e curtir as férias antes da chegada do bebê.

A grande maioria fica insegura na hora de programar uma viagem durante a gestação. Como em variadas situações, dependendo da idade gestacional há maiores ou menores riscos pra mamãe e para o bebê.

No primeiro trimestre da gestação, mesmo para gravidez de baixo risco, uma viagem longa não é boa idéia,  nesse período os riscos de aborto são maiores, pois o organismo ainda está se adaptando às novas condições físicas e emocionais da gestante.

Durante o segundo trimestre a viagem é bastante segura, além de ser uma excelente oportunidade para mamãe e papai namorarem um pouquinho antes de se verem à voltas com fraldas, mamadeiras, choro e muito dengo do filhote.

Já no terceiro trimestre as viagens longas também são desencorajadas pois haverá sempre a chance do início do trabalho de parto e não é legal a mamãe estar longe de seu obstetra e sua maternidade de escolha.

Durante qualquer fase, não é recomendado as viagens para grandes altitudes e que a gestante fique sentada por mais de 2 horas consecutivas. Também não é recomendado a viagem para regiões onde haverá necessidade de vacinas ou houver risco potencial de infestação por alguma doença como a malária, a dengue e a febre amarela.

Também independente da fase, haverá sempre a necessidade de uma liberação médica, pois alguns problemas como hipertensão e diabetes na gestação podem ser impeditivos.

Com a liberação do “Dr. Obstetra” em mãos, alguns cuidados extras podem tornar a viagem mais relaxante e tranquila, como seguir sua dieta idel, hidratar-se bem com água mineral e sucos de frutas, evitar as mudanças de horário, respeitar a vontade de ir ao banheiro e ter em mãos telefones úteis como de algum médico local. Para lugares mais quentes, roupa leve e confortável e para proteção da pele filtro solar.

Tudo pronto? Pé na estrada. Relaxe e Aproveite!!!


Alimentação do bebê.

by Gisele

O leite materno é sempre a melhor escolha para alimentar seu bebê. Mas a amamentação ao seio nem sempre é possível, existem alguns fatores que podem impedir à mãe de alimentar seu bebê ao seio, entre estes fatores está o uso alguns medicamentos no pós-parto, se a mãe é portadora de certas doenças infectocontagiosas ou outros.

Se o aleitamento materno se tornar impossível e a mãe precisar optar por dar mamadeira para seu bebê, alguns cuidados devem ser tomados, certifique-se antes com o pediatra se esta é a única opção antes de se aventurar com a primeira mamadeira.

O segundo passo é sempre usar alimentos adequados à fase de desenvolvimento do seu bebê, pois o maturação do sistema digestivo do bebê acontece gradativamente e nos primeiros meses o bebê ainda não possui algumas enzimas digestivas, por isso o risco de alergia é alto. Somente depois do primeiro ano é que alguns especialistas recomendam, por exemplo, a introdução do leite de vaca.

Para atingir sempre as necessidades do seu bebê esteja atenta também às quantidades oferecidas, bem como à higiene no preparo e siga sempre as recomendações do pediatra ou nutricionista.

Como preparar ?

Siga sempre as instruções. Em caso de alimentos industrializados, não adicione mais pó ou líquido do que indicado para diluição. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa.

Preparar uma porção de cada vez é o mais indicado para preservar as características dos alimentos. Mas se você precisar fazer maior quantidade da preparação siga as instruções impressas nas embalagens quanto ao modo de preparo e armazenamento. Mantenha o preparado sempre na geladeira e não utilize se ultrapassar 24 horas. Lembre-se sempre de utilizar água fervida ou filtrada na diluição e não esquente a preparação diretamente na mamadeira, a menos que ela seja de vidro.

Pergunte ao pediatra ou ao nutricionista o número de refeições adequado para idade e peso do seu bebê.

É muito importante lembrar que o aleitamento exclusivo até os 6meses protege o bebê contra diversas doenças e a introdução de fórmulas ou outros alimentos, mesmo como complemento ao seio deve ser desencorajada. Após este período os alimentos podem ser introduzidos gradativamente. Inicie com papinhas de frutas e legumes e não se esqueça do cuidado com a higiene também na preparação destes.


Antes que eles cresçam…

by Gisele

Pais…filhos…netos

(Affonso Romano de Sant’Anna)

 

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios
filhos.

É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros
estabanados.

Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de maneira igual, crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não
pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversários com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança esta crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!  Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incomodas mochilas da moda nos ombros.

Ali estamos nós com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.  Saíram do banco de trás e passaram para os volantes de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais a cama deles ao anoitecer para ouvirmos suas almas respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes “hambúrgueres” e “cocas”, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas”pestes”.

Chega um momento que nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em
busca de felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não podem morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.


Sambebe

by Gisele