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DICAS PARA INCENTIVAR A CRIANÇA A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

by Gisele

DICAS PARA INCENTIVAR A CRIANÇA A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDAVEL

  1. Incentivo a mastigação dos Alimentos, Comer Devagar parágrafo facilitar a Digestão e saborear OS Alimentos;
  2. Procure Fazer com Que a Criança perceber como Refeições los Lugar tranquilo, evitando Outro Tipo de Atividade enquanto se Alimenta, Como POR Exemplo, Assistir TV;
  3. Ofereça 6 a 8 Refeições Diarias, evitando Longos periodos de jejum (NAO SE DEVE Ficar Mais Que 3 Horas SEM se Alimentar);
  4. Ofereça Mais preparações assadas, grelhadas, ensopadas;
  5. . Os Alimentos Ricos los Açúcar Reduzidos devem servi Substitua OS Doces POR FRUTAS E os Refrigerantes POR sucos de frutas;
  6. Dar preferencia Ao Produtos Naturais evitando Industrializados, geralmente Os Industrializados Contém Grandes quantidades de Gordura, Açúcar, Aditivos e sal (habitue-se a LER OS Rótulos);
  7. Utilize condimentos Naturais parágrafo temperar a Alimentação ofertada Como: orégano, limão, alho, cebola, salsa, cebolinha, evitando, ASSIM, o Consumo de Molhos ricos los Gorduras EO Excesso de sal;
  8. Incentivo a Ingestão de frutas, verduras e legumes e aproveite Sempre Que Possível como cascas e bagaços. Como Fibras contidas nestes Alimentos ajudam o Organismo não Controle da glicose, colesterol, hipertensão e não funcionamento do intestino.

 

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Dicas de inserção dos alimentos na dieta da Criança

by Gisele


Fase de transição Alimentar

by Gisele

A partir do sexto mês de vida, as  mamães  já podem introduzir novos alimentos à refeição dos bebês.

A recomendação é que esta indrodução seja lenta, gradual e variada. Sugerimos a inclusão das frutas, hortaliças e da carne no cardápio.

Lembrando que o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês contribui para um bom hábito alimentar do pequeno e para prevenção á doenças como algumas alergias e intolerância a determinados nutrientes ou alimentos.


Dicas de Saúde!!!

by Gisele

Dicas de saúde para as (os) maternas (os) e para os infantis.

Com esse calorão não dá pra descuidar do filtro solar, da alimentação e da Hidratação, água, água e mais água…

A sensação de sede é mais imperiosa do que a da fome,  sendo a água mais indispensável à vida que a comida.

Assim como o automóvel requer lubrificante, nosso organismo requer água. Se esta falta, há sérios prejuízos à saúde.  Disturbios comuns podem aparecer, como “peso no estômago”, inapetência, dispepsia, intestino preguiçoso, indisposição geral.

Uma pessoa adulta perde cotidianamente dois litros ou mais, que são expelidos em maior parte pela urina, em parte pela respiração, em parte pela transpiração e em parte pelas fezes.

Cerca de 1 litro pode ser fornecido pelos alimentos consumidos, principalmente frutas e hortaliças. O restante devemos ingerir bebendo de 6 a 8 copos de água por dia.

Quando deve-se beber água? Antes, durante ou depois das refeições?

Uma boa recomendação é que bebamos 2 copos em jejum, dois copos entre o desjejum e o almoço, dois copos entre o almoço e o jantar e 1 copo após o Jantar.

É recomendável também que a água seja ingerida uma hora antes ou 2 horas após as refeições. Evite tomar água ou qualquer outro líquido durante as refeições, pois a digestão pode ser prejudicada.

A água é refrescante, ativa as secreções intestinais e os movimentos do intestino, chamados movimentos peristálticos. Ela  excita as glândulas exócrinas a aumentar as suas secreções e estimula o anabolismo e o catabolismo ( processos de perda e ganho de nutrientes na célula, principalmente proteínas e gorduras). Por isso é um alimento que influencia o desenvolvimento físico e serve de veículo para a expulsão das “matérias” que não fazem bem ao organismo. Exemplo: Radicais livres.

Bom verão com muita água!!!

 

 


Como saber se seu filho está se alimentando bem?

by Gisele

É constante a aflição das mamães quanto à alimentação de seus filhos. Será que ele está se alimentando o suficiente? Será que estou fazendo corretamente? Ele não quer comer, será que está doente?

Pensando nisso, o blog maternoeinfantil vai dar dicas pras mamães atentas ao dia a dia da criança.

A primeira pergunta a ser respondida é: Seu filho está mantendo o crescimento adequado?

Acompanhar o crescimento da criança é o primeiro passo para saber se alimentação está correta. Se seu filho mantém a curva de crescimento ascendente, mesmo que abaixo do estimado como média para a idade, é sinal que está tudo bem. Se esta curva se estagnar ou tiver um decréscimo, sinal de alerta!!! Esta curva é acompanhada pelos pediatras nas consultas de rotina.

A segunda questão é: O peso da criança está adequado?

O peso também é um bom indicador, mas as mamães devem se atentar às perdas bruscas de peso, isso também é feito através do acompanhamento da curva de peso para idade e altura da criança.

Tanto para a estatura, quanto para o peso, são levados em conta alguns dados como o fator genético (pais de estatura baixa, obesidade na família, etc), períodos de estirão, que são os períodos em que a criança cresce mais que engorda, e se a criança esteve ou está doente.

Se a criança fica sempre doentinha também indica uma má alimentação. Pois crianças que se alimentam bem, tem menores chances de se adoentarem devido ao fortalecimento do sistema imunológico.

O Sono também poderá indicar uma boa ou má alimentação. Se a criança dorme bem, tem sonos regulares e acorda disposta é um bom sinal de alimentação adequada.

Outros fatores podem indicar alimentação equilibrada e eficaz, como o bom funcionamento do intestino, o nascimento de dentes saudáveis e fortes e o bom apetite.

Mas o que vale mesmo é a mamãe ficar atenta à todos os indicadores e não levar em conta apenas 1 ou outro. E não se esquecer das consultas periódicas ao pediatra.

 


O Espinafre

by Gisele

Olá pessoal, em edição extraordinária o blog maternoeinfantil vai falar um pouquinho de um alimento, especificamente o Espinafre, pois surgiu uma dúvida quanto à inclusão do mesmo na alimentação dos bebês e uma mamãe preocupada me enviou um  e-mail sugerindo o assunto.

Bem, o espinafre (spinacia oleracea) é uma hortaliça muito conhecida pelo seu efeito fortificante. Quem não se lembra dos filmes do marinheiro Popeye?

O espinafre é conhecido por conter uma grande quantidade de ferro, mesmo depois de pesquisas e após corrigido esse teor, a quantidade é bastante relevante. Por isso o alimento é utilizado no combate a anemias e outras doenças do sangue.

É claro que outros alimentos, especialmente a carne vermelha, tem oferta de ferro mais acentuada que a do espinafre, principalmente se levarmos em conta a quantidade ingerida de um e outro. É muito mais facil consumir 100 gramas de carne que 100 gramas de espinafre.

O espinafre é um alimento rico em vários nutrientes como o cálcio, o potássio e as vitaminas A e Complexo B. Mas, como todo alimento, perde um pouco de suas propriedades nutricionais ao sofrer cocção.  O ferro do ovo (gema), melado, banana e cereja é 100% aproveitado. O ferro do feijão cozido é cerca de 80%, e o da carne, apenas 20%. O agrião e o espinafre apresentam um aproveitamento de ferro de 68%.

Existe também uma relação de “concorrência” entre o ferro e o cálcio, pois ambos são absorvidos no mesmo local, por isso alimentos ricos em ferro devem ser consumidos juntamente com alimentos ricos em vitamina c que favorecem a absorção do ferro. E alimentos ricos em cálcio, como o leite por exemplo, devem ser consumidos independentes dos alimentos ricos em ferro.

Um cuidado a ser tomado na ingestão desta hortaliça é quanto à higienização, as folhas devem ser bem lavadas e deixadas de molho em solução sanitizante (aquela feita com cloro e água). A procedência do produto também é importante na escolha, assim como em todo alimento, o índice de fertilizantes, agrotóxicos e hormônios utilizados pode tornar o produto impróprio para consumo. Se puder, prefira sempre os orgânicos.

Outro fator preponderante é a utilização do espinafre por pessoas portadoras de doenças renais, principalmente aquelas com insuficiência renal, assim como o feijão, a quantidade de potássio deste alimento é bastante relevante e só deverá ser consumido por esta população se orientado por nutricionista em dieta especialmente individualizada. O rim, quando doente, não consegue filtrar alguns nutrientes, por exemplo o potássio, e estes se acumulam na corrente sanguínea causando sérios problemas, podendo inclusive levar o paciente à morte. Mas essa situação acontece em pacientes com graves doenças renais. Indivíduos saudáveis são capazes de digerir, filtrar e aproveitar apenas o que é benéfico ao organismo.

Não há relatos ou pesquisas publicadas que comprovem algum efeito tóxico do espinafre no organismo humano e não há indícios ou qualquer determinação dos órgãos de saúde quanto à retirada deste alimento de nosso cardápio.  Portanto, continua valendo a regra do bom senso, do cardápio variado e colorido e do Bom apetite!!!

 

 


A mãe diabética

by Gisele

Pessoal, dia 15 de novembro é dia mundial do diabetes e diversas campanhas são realizadas para concientização da população sobre os riscos da doença, campanhas de prevenção e também  sobre o bom controle da alimentação e manutenção dos níveis de glicose (açúcar) dentro dos limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

O Blog maternoeinfantil apoia todas as companhas. Por isso este post é dedicado às mães diabéticas.

Temos 2 tipos de mães diabéticas: As que possuem a doença e engravidam e as que desenvolvem o diabetes na gestação (diabetes gestacional). Ambas terão um bebê filho de mãe diabética , mas as condições que envolvem as duas gestações serão diversas.

A gestante  que apresenta o diabetes devido ao efeito diabetogênico da gravidez não apresenta os mesmos riscos que decorrem de um Diabetes Mal controlado, originado antes da gestação. Apesar disso o controle pré-natal se faz muito importante, assim como a boa alimentação, para que a gestante mantenha seus níveis matabólicos controlados e para que o bebê não sofra nenhum risco.

Para as pacientes diabéticas que serão futuras mamães é imprescindível o bom controle da doença pois alguns aspectos podem ser agravados durante a gestação, como por exemplo sobre os vasos sanguíneos. Se a paciente já apresenta alguma alteração diabética nesses vasos, o problema pode se tornar mais importante.

Independente do tipo de mãe diabética você, ou pode vir a ser futuramente. cuide sempre de sua alimentação, faça atividades físicas orientadas e regulares e não deixe de fazer seu pré-natal.

No próximo post vou falar de crianças diabéticas. Como fazer com as festinhas? Aguardem!!!


Alimentação na Escola

by Gisele

 

A alimentação na escola ou “merenda” como costumávamos chamar na minha infância deve representar aproximadamente 15% da ingestão diária da criança ou adolecente. 

Levando em consideração que a criança ocupa mais ou menos 1/3 de sua vida na escola, cerca de 200 dias/ano, a escola passa a desempenhar importante papel não só no acesso das crianças aos alimentos, como na formação dos hábitos alimentares e no desenvolvimento da criança. Nesse aspecto a escola deve oferecer uma alimentação equilibrada e orientar seus alunos em relação à prática de alimentação saudável. Criança que se alimenta bem, tem melhor desenvolvimento escolar.

As crianças, na maioria das vezes fazem apenas 3 refeições diárias, café da manhã, almoço  e  jantar, sendo a primeira e a última facilmente esquecidas ou substituídas por alimentos de menor valor nutritivo. Assim o lanche escolar pode ser uma boa opção para fornecer à criança alimentos de melhor valor nutricional.

Se a criança leva de casa, vai aqui uma dica do que colocar na lancheira:

A merenda deve ser composta por um alimento energético/proteico, uma sobremesa e uma bebida.

Sugestões: 2 bisnaguinhas com requeijão, uma maçã e um suco de fruta ou 6 biscoitos de Leite (sem recheio), uma banana e um suco de fruta ou 1 sanduichinho de pão de forma sem casca com presunto e queijo, 1 pera e um suco de fruta.

Verifique o que a escola oferece. O PNAE – Programa Nacional de alimentação escolar recomenda que a escola ofereça no mínimo 15 % das recomendações nutricionais diárias da criança (considerando 4 horas/dia na escola) e que contribua para adoção de hábitos alimentares saudáveis.


Criança que não come.

by Gisele

Às vezes os filhos comem apenas um pouco. Isto pode causar grande preocupação nas mães que insistem que seu filho coma, mesmo que não tenha fome. O que acontece é que o apetite de um bebê se relaciona com suas necessidades energéticas. Quando fazem muita atividade, as crianças comem mais. Se ao contrário, gastam menos energia, não têm fome.

Os especialistas afirmam que as variações de apetite são normais desde que a criança se mantenha ativa e cresça normalmente. Além disso, se a criança comer alguma coisa fora de hora como um biscoito ou um chocolate, é provável que na hora de almoçar não tenha apetite.

Nos primeiros seis meses de vida, o bebê tem desenvolvimento acelerado, inclusive das células do tecido adiposo,  e essa memória ficará em suas células, daí a afirmação de que um bebê obeso tem mais chances de se tornar um adulto obeso. Por conta deste crescimento acelerado há também uma demanda de alimento muito importante. Esta demanda começa a diminuir à partir dos seis meses.

Entre um ano, aos 15 meses e aos três anos, eles atravessam uma etapa de inapetência fisiológica, que é funcional, e de alguma forma deve ser respeitada.

O momento dos hábitos alimentares

Na etapa de inapetência fisiológica se consolidam os hábitos alimentares. E é  neste momento que as mães se apavoram  porque seus filhos “não comem”. O que acontece é que as mães estão habituadas a que seus filhos comiam toda a quantidade que lhes era oferecida naquela fase de desenvolvimento acelerado.

A partir de um ano e meio, começa um período de socialização, de incorporação de hábitos alimentares, mas também de seleção. Pode acontecer de uma criança gostar muito de um alimento e logo o abandonar.

A partir dos 5 ou 6 anos, o pré-escolar volta a formar uma maior quantidade  tecido gorduroso e a ter o crescimento mais acelerado. Como conseqüência, a demanda de energia é maior.

Os nutricionistas e pediatras destacam a importância de consolidar corretos hábitos alimentares. A consulta com o pediatra por inapetência costuma coincidir com o fato de que a mãe, com a ansiedade de que o que a criança se alimente, a persiga com a comida ou ofereça substitutos que não são importantes do ponto de vista nutritivo, como guloseimas, salgadinhos ou bebidas com aditivos e açúcar. Desta maneira sua conduta alimentar se altera. A criança sabe que se não comer, obterá o que quer.

Às vezes, a inapetência fisiológica ou normal, se estabelece por circunstância do contexto familiar, mas também, a inapetência pode ser secundária a uma patologia aguda.

São freqüentes as consultas relacionadas a falta de apetite quando a criança padece de um transtorno respiratório ou gastrointestinal. Tanto as crianças como os adultos, ficam inapetentes quando doentes, e isto é normal.

Alimentos e afetos

A relação da família com a criança através da comida tem uma grande importância, mas deve-se tentar que esta não se torne super dimensionada, para que a necessidade de agradar ao filho e de cuidá-lo não se estabeleça somente através da comida.

Quando a inapetência se estabelece, deve-se verificar o aumento de peso e a estatura da criança. Os médicos dispõem de tabelas de referência, segundo o sexo. Com estas informações vão avaliando o paciente. Se a criança está fora da curva de crescimento adequada, sem uma causa aparente, os especialistas avaliarão se esta inapetência é relevante em relacão à uma doença ou patologia.

O importante, segundo especialistas, é ver em que contexto está inserida a inapetência, porque as vezes está relacionada com a história familiar. Não se pode analisar somente o componente orgânico, do ponto de vista dos nutrientes que são incorporados, mas também investigar o lado familiar. Há crianças que por falta de afeto, não se alimentam.

Podem também haver outros motivos, como por exemplo, a competição com os irmãos. A inapetência surge sempre dentro de um contexto; com quem a criança se alimenta, se quando chega da escola encontra uma comida rápida preparada, ou se trata-se de uma criança que nunca realiza as refeições com a mãe e seus irmãos. Todos estes são fatores que devem ser considerados quando se está frente a uma criança inapetente.

Fonte:  Artigo escrito pela doutora Liliana Trifone, médica nutricionista do Hospital Infantil Ricardo Gutiérrez.


Mamãe Saudável

by Gisele

Indiferente de que fase da vida a mamãe está, se é gestante, se já é mamãe ou se deseja ser mamãe, deve ter em mente que saúde e qualidade de vida serão importantes aliados no seu dia-a-dia, no desenvolvimento de suas tarefas e no preparo para a realização de seus planos de maternidade.

O primeiro passo da mamãe que quer ser saudável é analisar se sua alimentação está contribuindo ou não com este propósito. Aqui vai uma dica: Avalie seu cardápio, veja se suas refeições principais (almoço e jantar) contêm uma boa quantidade de verduras e legumes. Quanto mais colorido e variado melhor. Seu prato deve conter também uma porção de proteína, nesse caso a carne magra é a melhor opção e uma porção de arroz e de Feijão. Muito Simples não? Mas para que sua alimetação esteja sempre completa e equilibrada alguns pontos devem ser observados:

Mantenha em mente que sua alimentação deve conter todos os nutrientes essenciais à vida, deve estar na quantidade adequada à fornecer estes nutrientes, deve também estar adequada às suas necessidades, lembre-se que cada mamãe tem uma necessidade de acordo com seu peso, suas atividades, sua idade, fase da gestação, etc. E deve manter uma boa relação entre os nutrientes para que não tenha ausência de um e excesso de outro.

Agora você já pode dar o pontapé inicial para uma alimentação mais equilibrada. Mãos à obra!!!