O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Fase de transição Alimentar

by Gisele

A partir do sexto mês de vida, as  mamães  já podem introduzir novos alimentos à refeição dos bebês.

A recomendação é que esta indrodução seja lenta, gradual e variada. Sugerimos a inclusão das frutas, hortaliças e da carne no cardápio.

Lembrando que o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês contribui para um bom hábito alimentar do pequeno e para prevenção á doenças como algumas alergias e intolerância a determinados nutrientes ou alimentos.


by Gisele


O Espinafre

by Gisele

Olá pessoal, em edição extraordinária o blog maternoeinfantil vai falar um pouquinho de um alimento, especificamente o Espinafre, pois surgiu uma dúvida quanto à inclusão do mesmo na alimentação dos bebês e uma mamãe preocupada me enviou um  e-mail sugerindo o assunto.

Bem, o espinafre (spinacia oleracea) é uma hortaliça muito conhecida pelo seu efeito fortificante. Quem não se lembra dos filmes do marinheiro Popeye?

O espinafre é conhecido por conter uma grande quantidade de ferro, mesmo depois de pesquisas e após corrigido esse teor, a quantidade é bastante relevante. Por isso o alimento é utilizado no combate a anemias e outras doenças do sangue.

É claro que outros alimentos, especialmente a carne vermelha, tem oferta de ferro mais acentuada que a do espinafre, principalmente se levarmos em conta a quantidade ingerida de um e outro. É muito mais facil consumir 100 gramas de carne que 100 gramas de espinafre.

O espinafre é um alimento rico em vários nutrientes como o cálcio, o potássio e as vitaminas A e Complexo B. Mas, como todo alimento, perde um pouco de suas propriedades nutricionais ao sofrer cocção.  O ferro do ovo (gema), melado, banana e cereja é 100% aproveitado. O ferro do feijão cozido é cerca de 80%, e o da carne, apenas 20%. O agrião e o espinafre apresentam um aproveitamento de ferro de 68%.

Existe também uma relação de “concorrência” entre o ferro e o cálcio, pois ambos são absorvidos no mesmo local, por isso alimentos ricos em ferro devem ser consumidos juntamente com alimentos ricos em vitamina c que favorecem a absorção do ferro. E alimentos ricos em cálcio, como o leite por exemplo, devem ser consumidos independentes dos alimentos ricos em ferro.

Um cuidado a ser tomado na ingestão desta hortaliça é quanto à higienização, as folhas devem ser bem lavadas e deixadas de molho em solução sanitizante (aquela feita com cloro e água). A procedência do produto também é importante na escolha, assim como em todo alimento, o índice de fertilizantes, agrotóxicos e hormônios utilizados pode tornar o produto impróprio para consumo. Se puder, prefira sempre os orgânicos.

Outro fator preponderante é a utilização do espinafre por pessoas portadoras de doenças renais, principalmente aquelas com insuficiência renal, assim como o feijão, a quantidade de potássio deste alimento é bastante relevante e só deverá ser consumido por esta população se orientado por nutricionista em dieta especialmente individualizada. O rim, quando doente, não consegue filtrar alguns nutrientes, por exemplo o potássio, e estes se acumulam na corrente sanguínea causando sérios problemas, podendo inclusive levar o paciente à morte. Mas essa situação acontece em pacientes com graves doenças renais. Indivíduos saudáveis são capazes de digerir, filtrar e aproveitar apenas o que é benéfico ao organismo.

Não há relatos ou pesquisas publicadas que comprovem algum efeito tóxico do espinafre no organismo humano e não há indícios ou qualquer determinação dos órgãos de saúde quanto à retirada deste alimento de nosso cardápio.  Portanto, continua valendo a regra do bom senso, do cardápio variado e colorido e do Bom apetite!!!

 

 


O que levar para a maternidade?

by Gisele

Nesta hora é provável que a mamãe esteja bastante ansiosa e não consiga pensar no que levar pra maternidade. Por isso procure deixar uma malinha pronta e em local sabido pelo papai ou acompanhante escolhido, assim é só pegar na hora H.

Para a mamãe é necessário levar camisolas (3 unidades), calcinhas (3 unidades), cinta pós-parto (1 unidade), sutiã de amamentação (1 unidade) e os objetos de uso pessoal como escova de dentes, escova de cabelo, maquiagem, lembre-se que tudo será novidade para o bebê e objetos com cheiros e gostos fortes não devem ser adotados.

Para o bebê será necessário levar: Mantas ( 2 peças), cueiros (6 peças) roupinhas (6 mudas completas), fraldas (1 pacote tamanho P) e luvas descartáveis (3 pares).

Lembre-se de antes de separar e guardar as roupinhas, lavá-las com sabão neutro e passá-las.


O que a mamãe come pode prejudicar o bebê

by Gisele

Nutrir o bebê fora do útero pode ser bem menos complicado que dentro dele. Mas durante o aleitamento, é recorrente a aflição das mamães em relação ao que comer. Será que o que a mamãe come pode mesmo prejudicar o bebê?

A composição de lipídios, proteínas e carboidratos do leite materno não depende do que a mãe come. Apenas o nível de algumas vitaminas, como as A e B12, por exemplo, podem sofrer alterações decorrente da dieta da mãe.

Embora a qualidade do leite não esteja ligado à dieta materna, a quantidade está. As Nutrizes com deficiência calórico/protéica produzirão leite de boa qualidade, mas em menor quantidade. Para produzir leite em abundância, é preciso continuar com a complementação vitamínica da gestação (ou adequada à gestação e lactação), e seguir algumas orientações básicas.

Para garantir um leite seguro e sadio é importante:

Aumentar o aporte calórico – sendo esta uma regra flexível, pois as mamães que engordaram muito durante a gravidez, ou antes dela, poderão ter a oportunidade de perder estes quilos. Já que as reservas serão utilizadas na produção do leite.

Aumentar o aporte de cálcio em uma porção a mais por dia, até 5 porções.

Reduzir a ingestão de proteínas em uma porção por dia,  até chegar em 3 porções/dia.

Beber ao menos 8 copos de água ou líquido por dia (água, leite, caldos e sucos). Chás e cafés devem ser evitados ou restritos a uma xícara por dia. Acima de 6 xícaras podem deixar o bebê irrequieto.

Uma ampla variedade de substâncias, de medicamentos, condimentos, acidulantes, podem aparecer no leite, com resultados variáveis.

A mamãe pode evitar os alimentos que pareçam ter afetado o bebê.  Muito embora os estudos não comprovem que o que a mãe come provoca cólica no bebê, alimentos como o alho, a cebola, repolho e chocolate são comuns nas queixas maternas. Podem causar gases incômodos em alguns bebês, mas não em todos. Os lactentes com palato sensível podem mostrar desagrado a temperos fortes.

Dentre as muitas substâncias prejudiciais está o tabaco, presente no fumo, pois passam pela corrente sanguínea e chegam ao leite materno. O cuidado neste caso, inclui também o uso de drogas, álcool e fármacos. A mamãe só deve utilizar medicamentos orientada pelo médico.

Não usar laxantes para regular o intestino, alguns podem afetar o bebê.  Aumente o consumo de fibras na alimentação.

Evite o excesso de substância químicas presentes nos alimentos industrializados. Verifique no rótulo a presença destes. Dê preferência aos alimentos naturais como frutas e legumes, se for possível utilize os orgânicos. Evite de modo geral os alimentos preservados em nitritos e nitratos; salsichas, salame, carnes enlatadas, peixes e carnes defumadas. Evite alimentos com corantes, aromatizantes, conservantes e outros alimentos artificias.

Evite a sacarina (adoçante dietético), pois ela passa para o leite e alguns estudos demonstraram a ocorrência de câncer em animais submetidos a alimentos com esta substância. O aspartame, por outro lado parece só passar para o leite em pequenas quantidades e portanto seria seguro. Mas se houver necessidade, utilize adoçantes naturais como os de stévia e sucralose.


Alimentação do bebê.

by Gisele

O leite materno é sempre a melhor escolha para alimentar seu bebê. Mas a amamentação ao seio nem sempre é possível, existem alguns fatores que podem impedir à mãe de alimentar seu bebê ao seio, entre estes fatores está o uso alguns medicamentos no pós-parto, se a mãe é portadora de certas doenças infectocontagiosas ou outros.

Se o aleitamento materno se tornar impossível e a mãe precisar optar por dar mamadeira para seu bebê, alguns cuidados devem ser tomados, certifique-se antes com o pediatra se esta é a única opção antes de se aventurar com a primeira mamadeira.

O segundo passo é sempre usar alimentos adequados à fase de desenvolvimento do seu bebê, pois o maturação do sistema digestivo do bebê acontece gradativamente e nos primeiros meses o bebê ainda não possui algumas enzimas digestivas, por isso o risco de alergia é alto. Somente depois do primeiro ano é que alguns especialistas recomendam, por exemplo, a introdução do leite de vaca.

Para atingir sempre as necessidades do seu bebê esteja atenta também às quantidades oferecidas, bem como à higiene no preparo e siga sempre as recomendações do pediatra ou nutricionista.

Como preparar ?

Siga sempre as instruções. Em caso de alimentos industrializados, não adicione mais pó ou líquido do que indicado para diluição. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa.

Preparar uma porção de cada vez é o mais indicado para preservar as características dos alimentos. Mas se você precisar fazer maior quantidade da preparação siga as instruções impressas nas embalagens quanto ao modo de preparo e armazenamento. Mantenha o preparado sempre na geladeira e não utilize se ultrapassar 24 horas. Lembre-se sempre de utilizar água fervida ou filtrada na diluição e não esquente a preparação diretamente na mamadeira, a menos que ela seja de vidro.

Pergunte ao pediatra ou ao nutricionista o número de refeições adequado para idade e peso do seu bebê.

É muito importante lembrar que o aleitamento exclusivo até os 6meses protege o bebê contra diversas doenças e a introdução de fórmulas ou outros alimentos, mesmo como complemento ao seio deve ser desencorajada. Após este período os alimentos podem ser introduzidos gradativamente. Inicie com papinhas de frutas e legumes e não se esqueça do cuidado com a higiene também na preparação destes.


Criança que não come.

by Gisele

Às vezes os filhos comem apenas um pouco. Isto pode causar grande preocupação nas mães que insistem que seu filho coma, mesmo que não tenha fome. O que acontece é que o apetite de um bebê se relaciona com suas necessidades energéticas. Quando fazem muita atividade, as crianças comem mais. Se ao contrário, gastam menos energia, não têm fome.

Os especialistas afirmam que as variações de apetite são normais desde que a criança se mantenha ativa e cresça normalmente. Além disso, se a criança comer alguma coisa fora de hora como um biscoito ou um chocolate, é provável que na hora de almoçar não tenha apetite.

Nos primeiros seis meses de vida, o bebê tem desenvolvimento acelerado, inclusive das células do tecido adiposo,  e essa memória ficará em suas células, daí a afirmação de que um bebê obeso tem mais chances de se tornar um adulto obeso. Por conta deste crescimento acelerado há também uma demanda de alimento muito importante. Esta demanda começa a diminuir à partir dos seis meses.

Entre um ano, aos 15 meses e aos três anos, eles atravessam uma etapa de inapetência fisiológica, que é funcional, e de alguma forma deve ser respeitada.

O momento dos hábitos alimentares

Na etapa de inapetência fisiológica se consolidam os hábitos alimentares. E é  neste momento que as mães se apavoram  porque seus filhos “não comem”. O que acontece é que as mães estão habituadas a que seus filhos comiam toda a quantidade que lhes era oferecida naquela fase de desenvolvimento acelerado.

A partir de um ano e meio, começa um período de socialização, de incorporação de hábitos alimentares, mas também de seleção. Pode acontecer de uma criança gostar muito de um alimento e logo o abandonar.

A partir dos 5 ou 6 anos, o pré-escolar volta a formar uma maior quantidade  tecido gorduroso e a ter o crescimento mais acelerado. Como conseqüência, a demanda de energia é maior.

Os nutricionistas e pediatras destacam a importância de consolidar corretos hábitos alimentares. A consulta com o pediatra por inapetência costuma coincidir com o fato de que a mãe, com a ansiedade de que o que a criança se alimente, a persiga com a comida ou ofereça substitutos que não são importantes do ponto de vista nutritivo, como guloseimas, salgadinhos ou bebidas com aditivos e açúcar. Desta maneira sua conduta alimentar se altera. A criança sabe que se não comer, obterá o que quer.

Às vezes, a inapetência fisiológica ou normal, se estabelece por circunstância do contexto familiar, mas também, a inapetência pode ser secundária a uma patologia aguda.

São freqüentes as consultas relacionadas a falta de apetite quando a criança padece de um transtorno respiratório ou gastrointestinal. Tanto as crianças como os adultos, ficam inapetentes quando doentes, e isto é normal.

Alimentos e afetos

A relação da família com a criança através da comida tem uma grande importância, mas deve-se tentar que esta não se torne super dimensionada, para que a necessidade de agradar ao filho e de cuidá-lo não se estabeleça somente através da comida.

Quando a inapetência se estabelece, deve-se verificar o aumento de peso e a estatura da criança. Os médicos dispõem de tabelas de referência, segundo o sexo. Com estas informações vão avaliando o paciente. Se a criança está fora da curva de crescimento adequada, sem uma causa aparente, os especialistas avaliarão se esta inapetência é relevante em relacão à uma doença ou patologia.

O importante, segundo especialistas, é ver em que contexto está inserida a inapetência, porque as vezes está relacionada com a história familiar. Não se pode analisar somente o componente orgânico, do ponto de vista dos nutrientes que são incorporados, mas também investigar o lado familiar. Há crianças que por falta de afeto, não se alimentam.

Podem também haver outros motivos, como por exemplo, a competição com os irmãos. A inapetência surge sempre dentro de um contexto; com quem a criança se alimenta, se quando chega da escola encontra uma comida rápida preparada, ou se trata-se de uma criança que nunca realiza as refeições com a mãe e seus irmãos. Todos estes são fatores que devem ser considerados quando se está frente a uma criança inapetente.

Fonte:  Artigo escrito pela doutora Liliana Trifone, médica nutricionista do Hospital Infantil Ricardo Gutiérrez.


Fertilização

by Gisele

Oi gente! Há muito eu queria escrever um post sobre esse assunto. São muitas as dúvidas, de várias mulheres sobre poder ou não engravidar ou gerar um filho.

Como estamos assistindo diariamente nas novelas “A vida da Gente” e “Fina Estampa”, existem modernas técnicas de reprodução ou concepção assistida, para ajudar às mulheres na concretização do sonho de ser mãe.  Mas o que tem sido mostrado é “coisa de novela”, então resolvi pesquisar para este post sobre as técnicas disponíveis.

Bem, pra começar, entenda as condições necessárias para uma fertilização fisiológica.

O Homem precisa apresentar uma produção de espermatozóides, em um número adequado, normais e com boa movimentação para que estes possam alcançar a parte final das trompas, onde irão encontar o óvulo.

A Mulher precisa ter o muco cervical produzido no colo do útero favorável à sobrevivência dos espermatozóides. O sistema genital feminino deve permitir a ascenção dos espermatozóides até às trompas e essas devem ser capazes de captar o óvulo que foi liberado na ovulação. A produção do óvulo maduro depende do bom funcionamento hormonal dos ovários da hipófise.

A ruptura do folículo ovariano que contém o óvulo maduro: Uma boa ovulação.

E presença de cavidade uterina com anatomia normal e endométrio com capacidade de receber o embrião e permitir que este se desenvolva.

A infertilidade ocorre quando uma ou mais dessas condições não acontecem e a técnica é escolhida em função do tipo de infertilidade.

Indução da Ovulação com o coito programado: A ovulação é estimulada para se obter 1 a 4 óvulos que serão fertilizados nas trompas através de relações sexuais programadas. É indicada nos casos de distúrbios hormonais, como síndrome dos ovários policísticos ou quando a homem apresenta uma disfunção leve na produção dos espermatozóides.

Inseminação Intra Uterina ou “Inseminação artificial”: Durante o período mais fértil da mulher, é realizada uma coleta de sêmen e este é preparado ou capacitado. Os melhores espermatozóides são colocados dentro do útero utilizando-se um cateter especial. A Fertilização neste caso ocorre “In vivo”, dentro das trompas.

Fertilização In Vitro (FIV) ou Bebê de Proveta: Esta técnica reproduz em laboratório as condições necessárias para que ocorra a fecundação. A ovulação é estimulada com hormônios para obtenção dos óvulos que serão aspirados dos folículos ovarianos através da vagina. Os espermatozóides e os óvulos são colocados em meio de cultura e temperatura específicos. Após este período os embriões formados, são transferidos para a cavidade uterina durante um exame ginecológico normal. A FIV está indicada nos casos de alterações das trompas, endometriose, infertilidade sem causa aparente, alterações masculinas, entre outras.

Fertilização Por injeção Intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI): Através da ICSI, é possível coletar um único espermatozóide e colocá-lo diretamente dentro do óvulo. Desta forma, homens com alterações graves do semên ou submetidos à vasectomia que já tentaram ou não desejam a reversão cirúrgica podem se beneficiar desta técnica. A ICSI também está indicada quando houve falha de fertilização em tentativas anteriores de fertilização in vitro (FIV).

A taxa de gravidez inicial tanto com ICSI como na FIV varia de 25 a 35% dependendo da idade da paciente. Fatores como idade da mulher e a qualidade dos óvulos obtidos podem aumentar as chances de sucesso. O acompanhamento das crianças nascidas através desta técnica tem mostrado que não há um aumento nas taxas de mal formações ou alterações congênitas.

Fonte: Material Informativo da Clínica Pró-Criar.


Exames e Mais Exames…

by Gisele

VoCê sabe pra que servem todos os exames solicitados no pré-natal?

São muitos, sendo os principais e mais comuns o hemograma, o de glicemia, o de urina e os que previnem doenças sexualmente transmissíveis como AIDS e Sífilis. Também são importantes os exames para rubéola e tétano. Esses exames detectam problemas que atingem inicialmente a mãe, mas podem provoccar problemas fetais.

Outros exames também muito recomendados e muito importantes para a saúde do bebê é o exame de translucência nucal e o morfológico fetal.

Se você não sabe pra que serve o exame solicitado, converse com o médico. É importante para a saúde da mamãe e do bebê que todos os exames sejam realizados.


Travessuras…

by Gisele

A infância é um período muito gostoso de descobertas e muita criatividade dos pequenos. Acontece que com as travessuras é comum vir os acidentes e o apavoramento das mamães, principalmente as de primeira viagem.

O Blog maternoeinfantil preparou algumas dicas de como evitar os principais acidentes nessa fase.

É claro que os acidentes na infância variam muito em conformidade com os locais onde a família reside (campo ou cidade), tipos de moradia (casa, apartamento, térreo ou andares) e principlamente varia com a idade de quem está cometendo a travessura.

Acidentes Automobilísticos: Caso a criança esteja ocupando algum automóvel – Nunca pense que o trajeto é curto ou que não tem perigo. Pesquisas demonstraram que a grande maioria dos acidentes ocorrem próximos de casa ou do destino. Como evitar: Existem assentos adequados  para cada faixa etária, nunca leve as crianças no banco da frente e sempre utilize o cinto de segurança mesmo no banco de traz.

Quedas: As quedas costumam acontecer em casa, especialmente de mobílias, escadas, playgrounds e janelas. Como evitar: Nunca deixe os bebês sozinhos em camas, trocadores ou sofás, coloque barreiras de acesso às escadas, avalie se os brinquedos do Play são seguros ou se possuem proteção contra quedas, como chão recoberto de material macio, mantenha os acessos à lajes e sacadas fechados e coloque redes de proteção em janelas e sacadas dos apartamentos. Em caso de grades, verifique a distância das traves para que a criança não tente atravessá-las, retire os móveis que favoreçam às crianças a subirem nos parapeitos e que os ajudem a alcançar as janelas e outros móveis mais altos.

Afogamentos: Se a casa tem piscina o perigo é maior, mas esteja atenta aos clubes e áreas públicas e por incrível que pareça, como falei anteriormente, dependendo da idade até o banho é perigoso. Como evitar: Coloque barreiras de acesso à piscina da casa, em qualquer local nunca deixe a criança sozinha, mesmo que ela saiba nadar, acostume a criança a utilizar sempre as bóias e mesmo nesse caso não a perca de vista, verifiquem a presença de salva-vidas nos clubes e praias e não deixe a criança brincar próximo às piscinas ou entrar em locais perigosos mesmo acompanhada. Nunca deixe o bebê sozinho nas banheiras, mesmo que ele saiba sentar.

Asfixia: É ato institivo e faz parte do desenvolvimento das crianças levarem tudo á boca, portanto as mamães devem ter especial cuidado com os objetos deixados próximos aos filhotes. Os objetos mais comuns que provocam engasgamentos e asfixia são as moedas, partes pequenas de brinquedos, lápis e pedaços de plástico. Para evitar essa situação nunca deixe objetos pequnos próximos às crianças.

Se o bebê engasgar coloque-o de bruços em seu colo com a cabeça mais baixa que o corpo, dê pancadas secas nas costas do bebê (5 vezes), vire o bebê de frente, também com a cabeça mais baixa que o corpo, coloque 2 dedos na parte de baixo do osso do peito do bebê e empurre-o 5 vezes, repita esta operação desde o início até que a via aérea esteja livre e o bebê repire livremente. Nas crianças maiores fique em pé atrás da criança e coloque os punhos fechados na parte inferior do osso do peito, puxe com firmeza para cima e para dentro 5 vezes, repita a operação até que a crinaça respire normalmente.

Outra coisa que a criança pode levar à boca são medicamentos e produtos de limpeza e higiene (envenenamentos). Este tipo de acidente é imprevisível pois em segundos a criança pode ingerir algo que você não tenha visto. Mantenha as crianças longe destes produtos, guarde-os trancados em local seguro e de conhecimento apenas dos adultos.

Queimaduras: A causa mais comum de queimaduras é o derramamento de líquidos quentes e menos por acidentes com fogo. Como evitar: Mantenha os alimentos e bebidas quentes longe da borda dos balcões, pias e mesas, para as mesas é recomendável a retirada das toalhas para evitar que a criança puxe, mantenha a criança longe da cozinha se tiver alguém cozinhando. Utilize sempre as bocas de trás do fogão e sempre com os cabos para trás.

Oriente sempre as crianças quanto aos riscos de acidentes. Oriente também as babás e empregadas quanto as formas de prevenção dos acidentes e nunca, nunca perca seu pequeno de vista!