O mundo encantado das mamães e seus bebês!

DICAS PARA INCENTIVAR A CRIANÇA A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

by Gisele

DICAS PARA INCENTIVAR A CRIANÇA A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDAVEL

  1. Incentivo a mastigação dos Alimentos, Comer Devagar parágrafo facilitar a Digestão e saborear OS Alimentos;
  2. Procure Fazer com Que a Criança perceber como Refeições los Lugar tranquilo, evitando Outro Tipo de Atividade enquanto se Alimenta, Como POR Exemplo, Assistir TV;
  3. Ofereça 6 a 8 Refeições Diarias, evitando Longos periodos de jejum (NAO SE DEVE Ficar Mais Que 3 Horas SEM se Alimentar);
  4. Ofereça Mais preparações assadas, grelhadas, ensopadas;
  5. . Os Alimentos Ricos los Açúcar Reduzidos devem servi Substitua OS Doces POR FRUTAS E os Refrigerantes POR sucos de frutas;
  6. Dar preferencia Ao Produtos Naturais evitando Industrializados, geralmente Os Industrializados Contém Grandes quantidades de Gordura, Açúcar, Aditivos e sal (habitue-se a LER OS Rótulos);
  7. Utilize condimentos Naturais parágrafo temperar a Alimentação ofertada Como: orégano, limão, alho, cebola, salsa, cebolinha, evitando, ASSIM, o Consumo de Molhos ricos los Gorduras EO Excesso de sal;
  8. Incentivo a Ingestão de frutas, verduras e legumes e aproveite Sempre Que Possível como cascas e bagaços. Como Fibras contidas nestes Alimentos ajudam o Organismo não Controle da glicose, colesterol, hipertensão e não funcionamento do intestino.

 

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by Gisele


O Consumismo na Infância

by Gisele

Quem nunca escutou de um filho ou um sobrinho aquele “compra pra mim” cheio de graça heim?!

É minha gente, mas o assunto é sério, e já existem instituições que estabelecem programas de educação financeira para jovens.

E esse tipo de programa é tão urgente que o governo federal formulou em 2011 o decreto 7.397  que institui a Estratégia Nacional de Educação financeira (ENEF). A estratégia do governo visa a educação e cerca de 900 escolas públicas passaram a ingressar um projeto piloto que ensina a administrar o dinheiro de maneira inteligente.

O problema é que do outro lado da questão estão os fabricantes de produtos infantis. Dados apresentados por Lais Fontenelle Pereira, do Instituto Alana, expuseram o quanto o setor investe em acelerar e incentivar o consumo entre crianças cada vez mais jovens.

“A TV infantil tem um anúncio a cada 2 minutos e a criança brasileira passa, em média, 5 horas na frente do aparelho. Já na sala de aula, efetivamente, elas passam 3 horas e 15 minutos”. Hoje em dia, é comum ouvir de crianças de menos de 5 anos frases como: “compra mãe!”, “Se não tiver dinheiro, pega no banco!”, “paga com cartão!”.

Eu mesma ouvi do meu sobrinho certa vez que eu tinha um negócio que colocava na máquina do banco, aí fazia TEC, TEC, TEC e saía o dinheiro. Eu ri muito…

Mas apesar de soar engraçadinho, é um alerta para que os pais observem como é a relação dos filhos com o dinheiro, dizem os especialistas.

Educar financeiramente essas crinaças é um desafio para pais e mestres, pois os adversários são fortes. “Bastam 30 segundos para uma marca de alimentos influenciar uma criança. E mais: 70% das crianças de 3 anos reconhecem o símbolo do McDonald’s, mas apenas metade sabe seu sobrenome”, diz Fontenelle.

E ainda, 65% das meninas exploradas sexualmente usam dinheiro para bens de consumo, sendo o celular o ítem mais cobiçado. Sobre o aparelho, cerca de 60% das crianças ou jovens possuem telefone próprio, 25% das de 9 anos já possuem aparelho e 81% de todas elas utilizam o celular três ou mais vezes por semana.

Alguns dados são de assustar! Em 2008 , o segmento de moda infantil no Brasil fatrou 4,5 bilhões de dólares, fatia equivalente a 15% do total do mercado têxtil no país. Paralelamente, o mercado de cosméticos para crianças cresce três vezes mais no Brasil que nos estados unidos.

As conclusões da pesquisa do Instituto Alana são que a publicidade dirigida à criança causa consumismo, obesidade e distúrbios alimentares, além de erotização, estresse familiar, diminuição de brincadeiras criativas, violência pela busca de produtos caros e consumo precoce de álcool e tabaco.

É um assunto a se pensar não acham?!!!

( As informações e alguns trechos do post foram retirados da revista Carta Capital, ano XVII, de 25 de janeiro de 2012)


Como saber se seu filho está se alimentando bem?

by Gisele

É constante a aflição das mamães quanto à alimentação de seus filhos. Será que ele está se alimentando o suficiente? Será que estou fazendo corretamente? Ele não quer comer, será que está doente?

Pensando nisso, o blog maternoeinfantil vai dar dicas pras mamães atentas ao dia a dia da criança.

A primeira pergunta a ser respondida é: Seu filho está mantendo o crescimento adequado?

Acompanhar o crescimento da criança é o primeiro passo para saber se alimentação está correta. Se seu filho mantém a curva de crescimento ascendente, mesmo que abaixo do estimado como média para a idade, é sinal que está tudo bem. Se esta curva se estagnar ou tiver um decréscimo, sinal de alerta!!! Esta curva é acompanhada pelos pediatras nas consultas de rotina.

A segunda questão é: O peso da criança está adequado?

O peso também é um bom indicador, mas as mamães devem se atentar às perdas bruscas de peso, isso também é feito através do acompanhamento da curva de peso para idade e altura da criança.

Tanto para a estatura, quanto para o peso, são levados em conta alguns dados como o fator genético (pais de estatura baixa, obesidade na família, etc), períodos de estirão, que são os períodos em que a criança cresce mais que engorda, e se a criança esteve ou está doente.

Se a criança fica sempre doentinha também indica uma má alimentação. Pois crianças que se alimentam bem, tem menores chances de se adoentarem devido ao fortalecimento do sistema imunológico.

O Sono também poderá indicar uma boa ou má alimentação. Se a criança dorme bem, tem sonos regulares e acorda disposta é um bom sinal de alimentação adequada.

Outros fatores podem indicar alimentação equilibrada e eficaz, como o bom funcionamento do intestino, o nascimento de dentes saudáveis e fortes e o bom apetite.

Mas o que vale mesmo é a mamãe ficar atenta à todos os indicadores e não levar em conta apenas 1 ou outro. E não se esquecer das consultas periódicas ao pediatra.

 


Receita de Natal

by Gisele

Para realizar um Feliz Natal o blog maternoeinfantil buscou nas lembranças de muitos natais em família, pode se dizer que nas receitas da vovó, uma  saborosa receita de Natal. Anote tudo, em todas as etapas você poderá  incluir toda a família, inclusive as crianças…  Para esta receita você precisará de:

1 árvore de natal montada na sala ou em local onde se reúne a família;

1 enfeite de Natal para porta;

1 presépio à espera do menino Jesus;

1 ceia de natal;

1 par de sapatos na janela à espera do presente do papai noel ( ítem à gosto, coloque quantos pares de sapatos julgar necessário);

Retire da mistura tudo o que for de mágoa e rancor, e despreze.

Deixe apenas uma boa quantidade de amor, perdão e de esperança.

Depois de tudo pronto, acrescente uma ave maria e um pai nosso em sinal de agradecimento e fé.

Sirva tudo com abraços bem quentinhos!!!

Esta receita é rica em: Encontros, sorrisos, corações aliviados, talvez um pouco de lágrimas de emoção. Rica em alegria e fé. É uma receita revigorante e energizante. Uso sem moderação.

Feliz Natal!!!


“Viajando na Maionese 2″

by Gisele

Foto: Freepik.com

No último post o blog maternoeinfantil deu dicas pra gestante curtir suas férias. Mas para quem quer levar o filhotinho ou decidiu não viajar, mas quer que o pimpolho curta férias na casa da vovó ou da dinda, segue aqui algumas providências.

Esteja atenta aos documentos necessários para o check-in para os pequenos de 5 a 12 anos:

RG original ou certidão de nascimento original (ou cópia autenticada); Passaporte dentro do prazo de validade (no caso de viagem internacional); Autorização Judicial (retirada em qualquer unidade do Juizado de menores); Formulário de Autorização para embarque de Menor acompanhado.

Menores de 5 anos podem embarcar sem os pais, se acompanhados de um parente ou responsável. Recém-nascidos só podem viajar após uma semana de vida. Não é necessária a autorização judicial, desde que o acompanhante seja maior de 18 anos e seja ascendente até o terceiro grau (irmãos, tios ou avós), o parentesco é comprovado pela documentação (certidão de nascimento do menor e RG do adulto responsável). Se não for parente, o acompanhante deve estar autorizado pelo pai, mãe ou responsável, por escrito e com firma reconhecida.

Se tudo estiver certinho não haverá problemas no embarque e todos poderão viajar tranquilos.

Boas férias!!!

Fonte: Pesquisa realizada por mim em companhias aéreas e juizado pra viajar com meu sobrinho de Minas Gerais para o Rio de janeiro (ônibus) e do Rio para Recife (avião).


Antes que eles cresçam…

by Gisele

Pais…filhos…netos

(Affonso Romano de Sant’Anna)

 

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios
filhos.

É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros
estabanados.

Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de maneira igual, crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não
pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversários com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança esta crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!  Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incomodas mochilas da moda nos ombros.

Ali estamos nós com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.  Saíram do banco de trás e passaram para os volantes de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais a cama deles ao anoitecer para ouvirmos suas almas respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes “hambúrgueres” e “cocas”, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas”pestes”.

Chega um momento que nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em
busca de felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não podem morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.


Diabetes na Criança e Adolescência

by Gisele

Bem pessoal, conforme prometido este post será dedicado às mães aflitas porque descobrem que os filhos têm diabetes.

Como fazer com as festinhas?

Bem, é importante para as crianças participarem de eventos sociais, ainda mais porque ao excluir os filhos destes eventos os pais contribuem por discriminá-los, pois é importante emocionalmente que as crianças não se sintam “doentes”. A atenção aqui está na frequência, pois nenhuma criança (diabética ou não) devem participar de festinhas todos os dias.

Se seu filho foi convidado para uma festinha é sugestivo que você substitua os doces comuns por dietéticos. Converse com o médico para saber se com a substituição,  ainda será necessário a mudança no esquema das insulinas naquele dia.

É importante que a criança saiba sobre as restrições alimentares. Recomendar a moderação quanto à ingestão de doces não é estigmatizar a criança, isso faz parte da educação do paciente diabético e essa moderação é benéfica também à crianças que não são Diabéticas, ainda mais se for o caso de uma criança com sobrepeso ou obesa.

Também é importante para a mãe lembrar que as crianças gostam e se satisfazem mais com o convívio com os amiguinhos do que propriamente com as guloseimas servidas, muitos não ligam para ela e passam a festa brincando sem se lembrar do que está sendo servido. Nesse caso alimentar a criança antes de sair de casa pode ser uma boa sugestão, sem fome eles tendem a não se atentar para as tais guloseimas.


Travessuras…

by Gisele

A infância é um período muito gostoso de descobertas e muita criatividade dos pequenos. Acontece que com as travessuras é comum vir os acidentes e o apavoramento das mamães, principalmente as de primeira viagem.

O Blog maternoeinfantil preparou algumas dicas de como evitar os principais acidentes nessa fase.

É claro que os acidentes na infância variam muito em conformidade com os locais onde a família reside (campo ou cidade), tipos de moradia (casa, apartamento, térreo ou andares) e principlamente varia com a idade de quem está cometendo a travessura.

Acidentes Automobilísticos: Caso a criança esteja ocupando algum automóvel – Nunca pense que o trajeto é curto ou que não tem perigo. Pesquisas demonstraram que a grande maioria dos acidentes ocorrem próximos de casa ou do destino. Como evitar: Existem assentos adequados  para cada faixa etária, nunca leve as crianças no banco da frente e sempre utilize o cinto de segurança mesmo no banco de traz.

Quedas: As quedas costumam acontecer em casa, especialmente de mobílias, escadas, playgrounds e janelas. Como evitar: Nunca deixe os bebês sozinhos em camas, trocadores ou sofás, coloque barreiras de acesso às escadas, avalie se os brinquedos do Play são seguros ou se possuem proteção contra quedas, como chão recoberto de material macio, mantenha os acessos à lajes e sacadas fechados e coloque redes de proteção em janelas e sacadas dos apartamentos. Em caso de grades, verifique a distância das traves para que a criança não tente atravessá-las, retire os móveis que favoreçam às crianças a subirem nos parapeitos e que os ajudem a alcançar as janelas e outros móveis mais altos.

Afogamentos: Se a casa tem piscina o perigo é maior, mas esteja atenta aos clubes e áreas públicas e por incrível que pareça, como falei anteriormente, dependendo da idade até o banho é perigoso. Como evitar: Coloque barreiras de acesso à piscina da casa, em qualquer local nunca deixe a criança sozinha, mesmo que ela saiba nadar, acostume a criança a utilizar sempre as bóias e mesmo nesse caso não a perca de vista, verifiquem a presença de salva-vidas nos clubes e praias e não deixe a criança brincar próximo às piscinas ou entrar em locais perigosos mesmo acompanhada. Nunca deixe o bebê sozinho nas banheiras, mesmo que ele saiba sentar.

Asfixia: É ato institivo e faz parte do desenvolvimento das crianças levarem tudo á boca, portanto as mamães devem ter especial cuidado com os objetos deixados próximos aos filhotes. Os objetos mais comuns que provocam engasgamentos e asfixia são as moedas, partes pequenas de brinquedos, lápis e pedaços de plástico. Para evitar essa situação nunca deixe objetos pequnos próximos às crianças.

Se o bebê engasgar coloque-o de bruços em seu colo com a cabeça mais baixa que o corpo, dê pancadas secas nas costas do bebê (5 vezes), vire o bebê de frente, também com a cabeça mais baixa que o corpo, coloque 2 dedos na parte de baixo do osso do peito do bebê e empurre-o 5 vezes, repita esta operação desde o início até que a via aérea esteja livre e o bebê repire livremente. Nas crianças maiores fique em pé atrás da criança e coloque os punhos fechados na parte inferior do osso do peito, puxe com firmeza para cima e para dentro 5 vezes, repita a operação até que a crinaça respire normalmente.

Outra coisa que a criança pode levar à boca são medicamentos e produtos de limpeza e higiene (envenenamentos). Este tipo de acidente é imprevisível pois em segundos a criança pode ingerir algo que você não tenha visto. Mantenha as crianças longe destes produtos, guarde-os trancados em local seguro e de conhecimento apenas dos adultos.

Queimaduras: A causa mais comum de queimaduras é o derramamento de líquidos quentes e menos por acidentes com fogo. Como evitar: Mantenha os alimentos e bebidas quentes longe da borda dos balcões, pias e mesas, para as mesas é recomendável a retirada das toalhas para evitar que a criança puxe, mantenha a criança longe da cozinha se tiver alguém cozinhando. Utilize sempre as bocas de trás do fogão e sempre com os cabos para trás.

Oriente sempre as crianças quanto aos riscos de acidentes. Oriente também as babás e empregadas quanto as formas de prevenção dos acidentes e nunca, nunca perca seu pequeno de vista!