O mundo encantado das mamães e seus bebês!

Dicas de Saúde!!!

by Gisele

Dicas de saúde para as (os) maternas (os) e para os infantis.

Com esse calorão não dá pra descuidar do filtro solar, da alimentação e da Hidratação, água, água e mais água…

A sensação de sede é mais imperiosa do que a da fome,  sendo a água mais indispensável à vida que a comida.

Assim como o automóvel requer lubrificante, nosso organismo requer água. Se esta falta, há sérios prejuízos à saúde.  Disturbios comuns podem aparecer, como “peso no estômago”, inapetência, dispepsia, intestino preguiçoso, indisposição geral.

Uma pessoa adulta perde cotidianamente dois litros ou mais, que são expelidos em maior parte pela urina, em parte pela respiração, em parte pela transpiração e em parte pelas fezes.

Cerca de 1 litro pode ser fornecido pelos alimentos consumidos, principalmente frutas e hortaliças. O restante devemos ingerir bebendo de 6 a 8 copos de água por dia.

Quando deve-se beber água? Antes, durante ou depois das refeições?

Uma boa recomendação é que bebamos 2 copos em jejum, dois copos entre o desjejum e o almoço, dois copos entre o almoço e o jantar e 1 copo após o Jantar.

É recomendável também que a água seja ingerida uma hora antes ou 2 horas após as refeições. Evite tomar água ou qualquer outro líquido durante as refeições, pois a digestão pode ser prejudicada.

A água é refrescante, ativa as secreções intestinais e os movimentos do intestino, chamados movimentos peristálticos. Ela  excita as glândulas exócrinas a aumentar as suas secreções e estimula o anabolismo e o catabolismo ( processos de perda e ganho de nutrientes na célula, principalmente proteínas e gorduras). Por isso é um alimento que influencia o desenvolvimento físico e serve de veículo para a expulsão das “matérias” que não fazem bem ao organismo. Exemplo: Radicais livres.

Bom verão com muita água!!!

 

 


Como saber se seu filho está se alimentando bem?

by Gisele

É constante a aflição das mamães quanto à alimentação de seus filhos. Será que ele está se alimentando o suficiente? Será que estou fazendo corretamente? Ele não quer comer, será que está doente?

Pensando nisso, o blog maternoeinfantil vai dar dicas pras mamães atentas ao dia a dia da criança.

A primeira pergunta a ser respondida é: Seu filho está mantendo o crescimento adequado?

Acompanhar o crescimento da criança é o primeiro passo para saber se alimentação está correta. Se seu filho mantém a curva de crescimento ascendente, mesmo que abaixo do estimado como média para a idade, é sinal que está tudo bem. Se esta curva se estagnar ou tiver um decréscimo, sinal de alerta!!! Esta curva é acompanhada pelos pediatras nas consultas de rotina.

A segunda questão é: O peso da criança está adequado?

O peso também é um bom indicador, mas as mamães devem se atentar às perdas bruscas de peso, isso também é feito através do acompanhamento da curva de peso para idade e altura da criança.

Tanto para a estatura, quanto para o peso, são levados em conta alguns dados como o fator genético (pais de estatura baixa, obesidade na família, etc), períodos de estirão, que são os períodos em que a criança cresce mais que engorda, e se a criança esteve ou está doente.

Se a criança fica sempre doentinha também indica uma má alimentação. Pois crianças que se alimentam bem, tem menores chances de se adoentarem devido ao fortalecimento do sistema imunológico.

O Sono também poderá indicar uma boa ou má alimentação. Se a criança dorme bem, tem sonos regulares e acorda disposta é um bom sinal de alimentação adequada.

Outros fatores podem indicar alimentação equilibrada e eficaz, como o bom funcionamento do intestino, o nascimento de dentes saudáveis e fortes e o bom apetite.

Mas o que vale mesmo é a mamãe ficar atenta à todos os indicadores e não levar em conta apenas 1 ou outro. E não se esquecer das consultas periódicas ao pediatra.

 


O que levar para a maternidade?

by Gisele

Nesta hora é provável que a mamãe esteja bastante ansiosa e não consiga pensar no que levar pra maternidade. Por isso procure deixar uma malinha pronta e em local sabido pelo papai ou acompanhante escolhido, assim é só pegar na hora H.

Para a mamãe é necessário levar camisolas (3 unidades), calcinhas (3 unidades), cinta pós-parto (1 unidade), sutiã de amamentação (1 unidade) e os objetos de uso pessoal como escova de dentes, escova de cabelo, maquiagem, lembre-se que tudo será novidade para o bebê e objetos com cheiros e gostos fortes não devem ser adotados.

Para o bebê será necessário levar: Mantas ( 2 peças), cueiros (6 peças) roupinhas (6 mudas completas), fraldas (1 pacote tamanho P) e luvas descartáveis (3 pares).

Lembre-se de antes de separar e guardar as roupinhas, lavá-las com sabão neutro e passá-las.


O que a mamãe come pode prejudicar o bebê

by Gisele

Nutrir o bebê fora do útero pode ser bem menos complicado que dentro dele. Mas durante o aleitamento, é recorrente a aflição das mamães em relação ao que comer. Será que o que a mamãe come pode mesmo prejudicar o bebê?

A composição de lipídios, proteínas e carboidratos do leite materno não depende do que a mãe come. Apenas o nível de algumas vitaminas, como as A e B12, por exemplo, podem sofrer alterações decorrente da dieta da mãe.

Embora a qualidade do leite não esteja ligado à dieta materna, a quantidade está. As Nutrizes com deficiência calórico/protéica produzirão leite de boa qualidade, mas em menor quantidade. Para produzir leite em abundância, é preciso continuar com a complementação vitamínica da gestação (ou adequada à gestação e lactação), e seguir algumas orientações básicas.

Para garantir um leite seguro e sadio é importante:

Aumentar o aporte calórico – sendo esta uma regra flexível, pois as mamães que engordaram muito durante a gravidez, ou antes dela, poderão ter a oportunidade de perder estes quilos. Já que as reservas serão utilizadas na produção do leite.

Aumentar o aporte de cálcio em uma porção a mais por dia, até 5 porções.

Reduzir a ingestão de proteínas em uma porção por dia,  até chegar em 3 porções/dia.

Beber ao menos 8 copos de água ou líquido por dia (água, leite, caldos e sucos). Chás e cafés devem ser evitados ou restritos a uma xícara por dia. Acima de 6 xícaras podem deixar o bebê irrequieto.

Uma ampla variedade de substâncias, de medicamentos, condimentos, acidulantes, podem aparecer no leite, com resultados variáveis.

A mamãe pode evitar os alimentos que pareçam ter afetado o bebê.  Muito embora os estudos não comprovem que o que a mãe come provoca cólica no bebê, alimentos como o alho, a cebola, repolho e chocolate são comuns nas queixas maternas. Podem causar gases incômodos em alguns bebês, mas não em todos. Os lactentes com palato sensível podem mostrar desagrado a temperos fortes.

Dentre as muitas substâncias prejudiciais está o tabaco, presente no fumo, pois passam pela corrente sanguínea e chegam ao leite materno. O cuidado neste caso, inclui também o uso de drogas, álcool e fármacos. A mamãe só deve utilizar medicamentos orientada pelo médico.

Não usar laxantes para regular o intestino, alguns podem afetar o bebê.  Aumente o consumo de fibras na alimentação.

Evite o excesso de substância químicas presentes nos alimentos industrializados. Verifique no rótulo a presença destes. Dê preferência aos alimentos naturais como frutas e legumes, se for possível utilize os orgânicos. Evite de modo geral os alimentos preservados em nitritos e nitratos; salsichas, salame, carnes enlatadas, peixes e carnes defumadas. Evite alimentos com corantes, aromatizantes, conservantes e outros alimentos artificias.

Evite a sacarina (adoçante dietético), pois ela passa para o leite e alguns estudos demonstraram a ocorrência de câncer em animais submetidos a alimentos com esta substância. O aspartame, por outro lado parece só passar para o leite em pequenas quantidades e portanto seria seguro. Mas se houver necessidade, utilize adoçantes naturais como os de stévia e sucralose.


Alimentação do bebê.

by Gisele

O leite materno é sempre a melhor escolha para alimentar seu bebê. Mas a amamentação ao seio nem sempre é possível, existem alguns fatores que podem impedir à mãe de alimentar seu bebê ao seio, entre estes fatores está o uso alguns medicamentos no pós-parto, se a mãe é portadora de certas doenças infectocontagiosas ou outros.

Se o aleitamento materno se tornar impossível e a mãe precisar optar por dar mamadeira para seu bebê, alguns cuidados devem ser tomados, certifique-se antes com o pediatra se esta é a única opção antes de se aventurar com a primeira mamadeira.

O segundo passo é sempre usar alimentos adequados à fase de desenvolvimento do seu bebê, pois o maturação do sistema digestivo do bebê acontece gradativamente e nos primeiros meses o bebê ainda não possui algumas enzimas digestivas, por isso o risco de alergia é alto. Somente depois do primeiro ano é que alguns especialistas recomendam, por exemplo, a introdução do leite de vaca.

Para atingir sempre as necessidades do seu bebê esteja atenta também às quantidades oferecidas, bem como à higiene no preparo e siga sempre as recomendações do pediatra ou nutricionista.

Como preparar ?

Siga sempre as instruções. Em caso de alimentos industrializados, não adicione mais pó ou líquido do que indicado para diluição. Se a fórmula estiver muito concentrada ou muito diluída, seu bebê não receberá o que precisa.

Preparar uma porção de cada vez é o mais indicado para preservar as características dos alimentos. Mas se você precisar fazer maior quantidade da preparação siga as instruções impressas nas embalagens quanto ao modo de preparo e armazenamento. Mantenha o preparado sempre na geladeira e não utilize se ultrapassar 24 horas. Lembre-se sempre de utilizar água fervida ou filtrada na diluição e não esquente a preparação diretamente na mamadeira, a menos que ela seja de vidro.

Pergunte ao pediatra ou ao nutricionista o número de refeições adequado para idade e peso do seu bebê.

É muito importante lembrar que o aleitamento exclusivo até os 6meses protege o bebê contra diversas doenças e a introdução de fórmulas ou outros alimentos, mesmo como complemento ao seio deve ser desencorajada. Após este período os alimentos podem ser introduzidos gradativamente. Inicie com papinhas de frutas e legumes e não se esqueça do cuidado com a higiene também na preparação destes.


Alimentação na Escola

by Gisele

 

A alimentação na escola ou “merenda” como costumávamos chamar na minha infância deve representar aproximadamente 15% da ingestão diária da criança ou adolecente. 

Levando em consideração que a criança ocupa mais ou menos 1/3 de sua vida na escola, cerca de 200 dias/ano, a escola passa a desempenhar importante papel não só no acesso das crianças aos alimentos, como na formação dos hábitos alimentares e no desenvolvimento da criança. Nesse aspecto a escola deve oferecer uma alimentação equilibrada e orientar seus alunos em relação à prática de alimentação saudável. Criança que se alimenta bem, tem melhor desenvolvimento escolar.

As crianças, na maioria das vezes fazem apenas 3 refeições diárias, café da manhã, almoço  e  jantar, sendo a primeira e a última facilmente esquecidas ou substituídas por alimentos de menor valor nutritivo. Assim o lanche escolar pode ser uma boa opção para fornecer à criança alimentos de melhor valor nutricional.

Se a criança leva de casa, vai aqui uma dica do que colocar na lancheira:

A merenda deve ser composta por um alimento energético/proteico, uma sobremesa e uma bebida.

Sugestões: 2 bisnaguinhas com requeijão, uma maçã e um suco de fruta ou 6 biscoitos de Leite (sem recheio), uma banana e um suco de fruta ou 1 sanduichinho de pão de forma sem casca com presunto e queijo, 1 pera e um suco de fruta.

Verifique o que a escola oferece. O PNAE – Programa Nacional de alimentação escolar recomenda que a escola ofereça no mínimo 15 % das recomendações nutricionais diárias da criança (considerando 4 horas/dia na escola) e que contribua para adoção de hábitos alimentares saudáveis.


Mamãe Saudável

by Gisele

Indiferente de que fase da vida a mamãe está, se é gestante, se já é mamãe ou se deseja ser mamãe, deve ter em mente que saúde e qualidade de vida serão importantes aliados no seu dia-a-dia, no desenvolvimento de suas tarefas e no preparo para a realização de seus planos de maternidade.

O primeiro passo da mamãe que quer ser saudável é analisar se sua alimentação está contribuindo ou não com este propósito. Aqui vai uma dica: Avalie seu cardápio, veja se suas refeições principais (almoço e jantar) contêm uma boa quantidade de verduras e legumes. Quanto mais colorido e variado melhor. Seu prato deve conter também uma porção de proteína, nesse caso a carne magra é a melhor opção e uma porção de arroz e de Feijão. Muito Simples não? Mas para que sua alimetação esteja sempre completa e equilibrada alguns pontos devem ser observados:

Mantenha em mente que sua alimentação deve conter todos os nutrientes essenciais à vida, deve estar na quantidade adequada à fornecer estes nutrientes, deve também estar adequada às suas necessidades, lembre-se que cada mamãe tem uma necessidade de acordo com seu peso, suas atividades, sua idade, fase da gestação, etc. E deve manter uma boa relação entre os nutrientes para que não tenha ausência de um e excesso de outro.

Agora você já pode dar o pontapé inicial para uma alimentação mais equilibrada. Mãos à obra!!!